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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Seguro garante enfrentar quem obstruir a sua direção

por:dn.pt/Lusa-MM-Hoje
O secretário-geral do PS avisou que há diferenças entre opinião e obstrução permanente dentro do seu partido e deixou claro que irá enfrentar quem está a obstruir a ação política da sua direção.
O líder dos socialistas declarou também que ninguém é obrigado a concordar com a estratégia definida pela direção do seu partido e que já foi sufragada pelos militantes. "Ninguém é obrigado a concordar, mas todos têm o dever de a respeitar",
disse, citado por fonte socialista.
José Lello, cujas declarações recentes tanta polémica provocaram, tentou enfrentar Seguro apontando o facto de no passado o líder dos socialistas já ter votado contra algumas matérias do anterior Governo PS. António José Seguro, segundo fontes contactadas pelo DN, desmentiu o exemplo dado - o tratado de Lisboa - pelo deputado.
Isabel Moreira, a deputada independente na bancada socialista também envolvida em polémicas por ter violado a disciplina de voto, afirmou que "esta a ser bode expiatório e a ser perseguida, mas tem contribuído para o grupo parlamentar" disseram fontes socialistas ao DN.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Seguro não entende utilidade para o país do prefácio de Cavaco

O secretário-geral do PS, António José Seguro, afirmou hoje não entender «a utilidade para o país do prefácio» do Presidente da República, Cavaco Silva, como este pediu os portugueses. «Não entendo a utilidade para o país do prefácio no caso concreto das críticas que foram objecto de análise pública por parte do Presidente da República», afirmou Seguro à saída de uma visita ao IPATIMUP, que marcou o arranque de uma semana dedicada pelos socialistas à Saúde.
O líder do PS escusou-se a aprofundar este assunto, apenas afirmando considerar «importante valorizar o que há a fazer na Saúde».(ler mais)

sábado, 3 de março de 2012

QREN:Seguro acusa Governo de paralisar fundos

por:Dn.pt/Lusa-Hoje
O secretário-geral do PS, António José Seguro, acusou hoje o Governo de se "entreter" a discutir quem gere os fundos comunitários e a paralisar o Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN).
O líder socialista falava no final da "Conferência em defesa do interior", em Castelo Branco, em que acusou o Executivo de "não ter estratégia nem ministro da Economia".
Seguro reagia às notícias de hoje, no DN e no "Expresso", que davam conta que o Conselho de Ministros ficou dividido, mas as Finanças devem passar a controlar os fundos de Bruxelas.
António José Seguro realçou que, numa altura em que o país "tem milhões de euros à disposição" no âmbito dos fundos comunitários, "esses fundos estão parados".
O socialista realçou que "o QREN está completamente paralisado e o Governo, em vez de ajudar a dinamizar a economia, a única coisa que faz é entreter-se a discutir se é o Álvaro ou Gaspar quem ficar com a gestão dos fundos comunitários".
Uma situação face à qual Seguro fez questão de mostrar muito espanto: "oito meses, oito meses para decidir quem coordena os fundos estruturais?", questionou.
Para o líder da oposição, Portugal precisa de "uma estratégia para a economia e de um ministro da economia, mas não temos estratégia, nem temos ministro".

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Seguro considera declaração europeia sobre crescimento tardia e insuficiente

31.01.2012-Por:Publico.pt/Nuno Sá Lourenço
O secretário-geral do PS reagiu hoje ao reconhecimento da necessidade de medidas para promover o crescimento e o emprego, feito pelos líderes europeus após a última cimeira, exigindo “medidas concretas” a Bruxelas. “Não bastam que as medidas estejam no papel, é preciso aplicá-las”, afirmou António José Seguro na sede do PS, em Lisboa. (ler mais)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Seguro: "Não lhe exijo milagres, exijo-lhe lucidez"

20/01/12-Económico/Inês David Bastos
O secretário-geral do PS admitiu hoje que não partilha 'da euforia' do Governo com o acordo tripartido saído da Concetação Social.
António José Seguro critica a ausência de uma estratégia de crescimento e de uma política activa de emprego no acordo que foi assinado entre Executivo, patrões e UGT, na passada quarta-feira, e acusou Passos Coelho de estar a somar a sua "paixão pela austeridade" uma outra paixão a das medidas do acordo.
Intervindo no segundo debate quinzenal deste ano, subordinado ao tema "diálogo social e reforma do Estado", António José Seguro reiterou que o PS discorda da convicção do Governo de que é através da alteração da legislação laboral que se chega a competitividade. Para o líder socialista: "existe outro caminho". (ler mais)

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Baixas de rating dadas pelas agências mostram erros na política nacional e da EU, diz Seguro

17.01.2012-:Por:Publico.pt/Lusa
O secretário-geral do PS considerou nesta terça-feira que as provas mais evidentes do “erro” da política do Governo e da União Europeia são as sucessivas classificações em baixa dadas a Portugal pelas agências de rating.
António José Seguro falava no jantar do quinto aniversário do Instituto Transatlântico Democrático (ITD), numa intervenção em que procurou demonstrar que “há outro caminho” alternativo ao do Governo, “para que Portugal possa sair da crise de forma mais sustentável”.
Num discurso em que colocou os mercados “como referencial único” de toda a política económica e financeira do Governo, contrapondo que o seu referencial “são as pessoas”, António José Seguro pediu à plateia para olharem para os factos que marcaram os últimos 15 dias da vida nacional e da União Europeia.
(ler mais)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Seguro considera preocupante o abandono da CGTP e acusa Governo de "inabilidade"

por:Dn.pt/Lusa-Hoje
O secretário-geral do PS considerou hoje preocupante o abandono da CGTP da reunião de quinta-feira da concertação social, depois da central sindical acusar o Governo de não promover o diálogo com os parceiros.
António José Seguro alinhou pelas mesmas críticas, considerando que a CGTP saiu como resultado "da inabilidade e falta de convicção que este Governo tem no relacionamento com os parceiros sociais".
Para Seguro, o Governo "cometeu um erro grave quando retirou da concertação social, sem aviso prévio, a questão do aumento do horário de trabalho" - "Isso criou mossas", disse.
À margem de uma visita a uma instituição de solidariedade social na Lardosa, Castelo Branco, o líder da oposição reafirmou-se "muito preocupado" com o que diz ser "um enfraquecimento da concertação social, importante em qualquer democracia, mais a mais quando vivemos uma situação de emergência nacional".
António José Seguro perguntou pelo "acordo mais robusto do que o assinado com o Governo PS", prometido pelo primeiro-ministro em Julho, concluindo que "foram apenas palavras: desejo que o novo ano possa despertar consciências no interior do Governo".
O secretário-geral do PS disse hoje estar "estou muito preocupado com o que têm sido notícias sucessivas em relação ao défice e ao relacionamento com a troika".

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Seguro acusa Governo de estar de "braços cruzados" perante decisão da Nissan

por:Dn.pt/Lusa-Hoje
O secretário-geral do PS, António José Seguro, acusou hoje o Governo de passividade perante a decisão da Nissan em suspender a fábrica de baterias em Aveiro para os seus carros eléctricos, anunciada na segunda-feira.
"Nós precisamos muito de captar investimento estrangeiro no nosso país e ver o governo de braços cruzados é algo eu não posso aceitar", disse António José Seguro. O socialista sublinhou que num período de dificuldade como aquele em que o país vive custa-lhe acreditar que o governo chefiado por Pedro Passos Coelho "possa ter um comportamento tão passivo em relação a esta decisão". As declarações do secretário-geral do PS foram realizadas no final de um a vista hoje efetuada a fábricas de moldes localizadas na Marinha Grande.
"Custa-me acreditar num período de dificuldade como o país vive, como é que um governo teve um comportamento tão passivo em relação a esta decisão", destacou, criticando "o tempo que o Governo demorou a resolver a questão da tutela da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). António José Seguro admite que não conhece o dossiê em concreto, mas entende que há explicações que devem ser dadas: "desde junho, data que tomou posse, o que fez o Governo nesse relacionamento com a administração da Nissan ? Ou ficou á espera que lhe dessa notícia ?". O antigo presidente da AICEP, Basílio Horta - agora deputado independente eleito pelo PS -, já considerou que a Nissan "está a fazer o seu papel" ao invocar razões de negócios para suspender a fábrica em Aveiro e afirmou que "foi determinante o abandono da política de mobilidade elétrica".
Na terça-feira, o PS - pela voz do vice-presidente da bancada socialista no Parlamento, Pedro Nuno Santos -, já havia acusado o Governo de nada ter feito para impedir a suspensão do investimento da Renault-Nissan numa fábrica de baterias, contrapondo que o anterior executivo socialista tudo fez para conseguir este projeto para Portugal. O primeiro-ministro já afirmara hoje que o Governo fará um esforço, na medida do seu alcance, para que o investimento da Nissan numa fábrica de baterias para carros elétricos em Portugal ainda se venha a concretizar. O primeiro-ministro rejeitou que a política fiscal ou qualquer ação do Governo PSD/CDS-PP tenha contribuído para essa decisão da Nissan: "O que se passa, e essa foi a informação que obtivemos da empresa, é que as perspetivas globais menos atrativas que se estão a registar nesta altura levaram a empresa a adiar esse investimento".
O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais realçou que o acordo assinado com a 'troika' impede a atribuição de novos benefícios fiscais como contrapartida para a manutenção do projeto. A Câmara de Aveiro confirmou entretanto que devolveu à Nissan mais de 127 mil euros, correspondente a uma redução de cerca de 96 por cento das taxas urbanísticas a pagar pelo licenciamento da fábrica de baterias para carros elétricos, agora suspensa.