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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Capucho renuncia definitivamente a mandato de presidente da Câmara de Cascais

Por:Ionline/Agência Lusa, em 23 Jan 2012
O ex-presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, que havia anunciado a suspensão do seu mandato em fevereiro do ano passado, comunicou hoje que vai renunciar definitivamente ao cargo.
A poucas semanas de cumprir um ano de mandato suspenso, António Capucho anunciou na reunião de hoje da Assembleia Municipal de Cascais a renúncia ao cargo de presidente da autarquia.
“Aproximando-se o fim do período improrrogável e porque persistem os condicionalismos que me obrigaram a suspender as funções, decidi renunciar definitivamente ao cargo”, afirmou António Capucho.
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domingo, 4 de dezembro de 2011

Camarate/31 Anos,"Se houve atentado, não foi contra Sá Carneiro",diz António Capucho

por:Dn.pt/Lusa-Hoje
António Capucho, figura destacada do PSD, disse no sábado, em Anadia, que, "se houve atentado em Camarate, não foi contra Sá Carneiro", porque não estava previsto o fundador do partido ir no avião que se despenhou em 1980.

António Capucho falava na Curia como orador convidado da conferência 'Sá Carneiro, o Homem e o Político', organizada pelo PSD de Anadia na véspera da passagem de 31 anos sobre a morte de Francisco Sá Carneiro, a 04 de dezembro daquele ano.

"Reuníamos frequentemente num restaurante e almoçamos lá no dia em que morreu. Não era suposto ele ir para o Porto, mas sim fazer campanha em Setúbal, só que, como a Helena Roseta [então destacada militante do partido] tinha retomado a campanha eleitoral e ia estar em Setúbal, entenderam ser melhor ele ir ao Porto", contou.

"Tinha bilhete na TAP e Adelino Amaro da Costa [ministro da Defesa] é que lhe disse que também ia para o Porto. O Patrício Gouveia [chefe de gabinete do primeiro-ministro] disse-lhe que não ia porque o avião tinha vindo do Algarve já com problemas, mas ele [Sá Carneiro] quis ir com o Adelino para combinar as coisas", descreveu, acrescentando que "só muito tarde é que ambos decidiram ir juntos na fatídica avioneta".

António Capucho disse não acreditar na tese de atentado contra o primeiro-ministro, considerando que "não se prepara em poucas horas uma sabotagem". Mais plausível seria, no seu entender, a possibilidade, levantada por Freitas do Amaral, de que o atentado tivesse por alvo o ministro da Defesa, para evitar revelações sobre alegados desvios do Fundo de Defesa do Ultramar.

"A propósito do Fundo, Adelino Amaro da Costa explicou-me que eram milhões desbaratados", comentou António Capucho.

Na sua opinião, "será bom que a nova geração do PSD no poder não deixe de defender os interesses de Portugal e não desperdice esta oportunidade histórica"...