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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Transportes. Estudantes e idosos vão pagar mais 82% a partir de Fevereiro

Por:Ionline/Filipe Paiva Cardoso, publicado em 23 Jan 2012
População mais desfavorecida não escapa a fortes aumentos: passes com 50% de desconto vão custar mais entre 5,5% e 21,3% já para a semana.
Os valores anunciados pelo governo para os aumentos médios de 4% e 5% nos preços dos transportes não incluem as actualizações mais pronunciadas que entram em vigor em Fevereiro. Falamos, por exemplo, do passe monomodal do Metro de Lisboa, que sobe 21,3% em Fevereiro – e que custará mais 20,7% em 2013 – , ou dos preços cobrados a estudantes e reformados, cujo salto varia entre 55% e 82%.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Aumento de 50% no passe do metro de Lisboa

Publicado à 01.01por:Jn.pt/PAULO FERREIRA
Em nome da uniformização do preço dos passes dos metros de Lisboa e Porto, o Governo prepara-se para aumentar em 50% o custo do passe urbano do metro de Lisboa: passa de 23,90 euro para 36 euros, enquanto a assinatura mensal Z3 do Andante baixa 50 cêntimos.
Ao que o JN apurou, o objectivo do Governo é acabar com as discrepâncias de preço entre os valores das assinaturas mensais da rede urbana dos metros de Lisboa e Porto, aquelas que são utilizadas por mais pessoas. Mas esta opção vai constituir mais um aumento brutal para os utilizadores da rede urbana do metro de Lisboa: passam a pagar mais 16,45 euros em menos de um ano.

domingo, 31 de julho de 2011

Transportes: Preços sobem a partir de segunda-feira com vários aumentos superiores a 20%

Lisboa, 31 jul (Lusa)

Os preços dos transportes vão aumentar a partir de segunda-feira, com vários títulos de empresas públicas, como o passe mensal urbano do Metro de Lisboa, a registar uma subida superior a 20 por cento.

A mudança nos tarifários ocorre depois de o Governo fixar em 15 por cento o aumento médio nos preços praticados para os títulos dos transportes rodoviários urbanos de Lisboa e Porto, para os transportes ferroviários até 50 quilómetros e para os transportes fluviais.

O executivo fixou em 2,7 por cento a percentagem máxima de aumento médio nos preços dos títulos de transportes coletivos rodoviários interurbanos de passageiros até 50 quilómetros.

Segundo a Associação Nacional de Transportadores Rodoviários Pesados de Passageiros, a maioria das empresas privadas deste tipo de serviço vai aplicar um aumento médio de 2,7 por cento.

O presidente, Luís Cabaço Martins, diz que a subida “corresponde à aplicação da fórmula de atualização automática de tarifas que existe há seis anos” e ao “impacto do preço dos combustíveis no primeiro semestre” e lembrou que alguns operadores privados têm passes dentro das áreas metropolitanas, abrangidas pelo aumento médio máximo de 15 por cento.

Entre as empresas públicas, a CP – Comboios de Portugal vai, por exemplo, aumentar em mais de 25 por cento o preço do passe mais simples (zona 1) para os comboios da Linha de Sintra, que passa de 22,75 para 28,5 euros. A segunda maior subida (21,43 por cento) dá-se com o bilhete zona 2 da mesma linha, que fica a custar 37,40 euros.

O passe da Soflusa Barreiro-Terreiro do Paço sobe 4,55 euros, para 32,65 euros e o bilhete simples da mesma ligação aumenta 13,5 por cento, enquanto o passe da Transtejo Cacilhas-Cais do Sodré sobe 2,45 euros, ficando em 18,80 euros, e o bilhete simples custa, neste caso, mais 10,5 por cento.

O Metro de Lisboa aumenta o passe mensal urbano de 19,55 para 23,90 euros e o passe mensal rede para 32 euros (mais 11 por cento). O bilhete simples de uma zona sobe de 0,90 para 1,05 euros.

A assinatura mensal do Andante, que integra o Metro do Porto, STCP e CP, aumenta em média 15,3 por cento em Z2, Z3 e Z4, as zonas mais vendidas. As assinaturas mensais dos estudantes são encarecidas em 4,25 euros no título Z4, enquanto as da terceira idade crescem em média 12,29 por cento nas zonas mais vendidas.

O título ocasional mais vendido da STCP, o T1 de 10 viagens, é o que sofre maior aumento (20 por cento) no tarifário da empresa, subindo de 7,50 para nove euros.

Os aumentos, justificados pelo Governo com a necessidade de atualizar os tarifários “em função da evolução dos respetivos fatores de produção”, têm motivado protestos da parte de comissões de utentes, sindicatos, autarquias e partidos da oposição. A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações entende que a medida abre caminho à privatização das empresas públicas do setor.

O Ministério da Economia anunciou recentemente que a dívida total das empresas públicas do setor dos transportes ascendeu a 16.800 milhões de euros, um valor que triplicou nos últimos dez anos e que representa 10 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).

ROC (CSJ/SO/JF/MCL/ACG/JNM)/Lusa