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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Dias Loureiro entre os dirigentes do PSD no processo-crime do BPN

A Procuradoria Geral da República comunicou à comissão de inquérito sobre o Banco Português de Negócios que estão a correr processos crime contra os ex-dirigentes sociais-democratas Dias Loureiro, Duarte Lima e Arlindo de Carvalho.A circunstância de haver investigação criminal em torno das ações de Dias Loureiro, Arlindo de Carvalho e Duarte Lima, no âmbito da Sociedade Lusa de Negócios, dificulta agora qualquer audição destes três ex-responsáveis políticos em sede de comissão de inquérito parlamentar, adiantou fonte parlamentar à Lusa.
A ideia de ouvir em comissão parlamentar de inquérito Dias Loureiro, Duarte Lima e Arlindo de Carvalho partiu do PS, mas os socialistas acabaram por aceitar que, antes de formalizarem o seu pedido de audição, a Assembleia da República consultasse o Ministério Público no sentido de saber se estes cidadãos estavam ou não a ser alvo de processo crime.
Em casos em que há investigação criminal por parte do Ministério Público, o depoente em sede de comissão de inquérito pode sempre invocar o segredo de justiça para se recusar a responder a perguntas colocadas pelos deputados. Tal aconteceu precisamente na legislatura passada, durante a comissão de inquérito sobre a TVI, com o ex-administrador da PT Rui Pedro Soares.Na reunião desta quinta-feira da comissão de inquérito sobre a nacionalização e reprivatização do BPN, os deputados aprovaram por unanimidade uma deliberação em que se levanta o sigilo profissional invocado pelo Banco de Portugal em relação a um conjunto de documentos.Com este passo, o Banco de Portugal, apesar de ter invocado legitimamente o segredo profissional, deverá agora cumprir a deliberação do Parlamento, enviando a documentação requerida pelos deputados.
jn.pt-hoje-16,36h

sábado, 16 de junho de 2012

Teixeira dos Santos quer saber quem beneficiou com o caso BPN


O ex-ministro das Finanças Teixeira dos Santos afirma que a discussão do caso BPN não pode centrar-se na supervisão e que também importa debater sobre "quem aproveitou com o que se passou".
Para Teixeira dos Santos, que falava na noite de sexta-feira no período de debate da última sessão do ciclo de conferências 'Há luz ao fundo do túnel?', promovida pelo Clube MBA da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, houve "alguém que quis enganar e enganou, que escondeu e que beneficiou" com o BPN (Banco Português de Negócios)
"Por muito legítimo que seja interrogar sobre os mecanismos [de supervisão] existentes", o certo é que "não oiço ninguém genuinamente interessado em discutir isto", sublinhou.
Sem pretender "dizer que está tudo bem" e reconhecendo que "é preciso melhorar" a supervisão sobre os bancos, Teixeira dos Santos considerou que "não há sistema nenhum, por muito que o melhoremos, que impeça quem queira esconder fraudulentamente qualquer coisa das autoridades que não o consiga fazer".
No BPN "temos um caso desses", houve "manifestamente uma vontade de esconder e de criar um banco virtual, que só existia no computador de um dirigente" da instituição, que "não estava em mais lado nenhum, só estava ali, pelos vistos", sustentou o anterior ministro das Finanças.
Hoje-RR

domingo, 29 de abril de 2012

Fraude do BPN daria para pagar subsídios até 2015

Por:Ionline/Beatriz Silva,29 Abr 2012
Fraude pode custar 8,3 mil milhões
A fraude do Banco Português de Negócios (BPN) daria para pagar três anos de subsídios de férias e Natal, segundo o Diário de Notícias.
O montante pago pelo Estado português com o banco é o equivalente ao pago com subsídios até 2015. Feitas as contas, o governo já gastou 3,5 mil milhões de euros, mas o BPN poderá vir a custar 8,3 mil milhões aos contribuintes.

A somar, o Estado terá agora de suportar os despojos do BPN, tendo que formar as empresas veículos, entre elas o que mais assusta são os 3,9 mil milhões de euros que a Caixa Geral de Depósitos tem de exposição nessas empresas veículos.
O custo final é, para já, impossível de contabilizar com precisão. Até lá, os impostos dos contribuintes vão pagar uma instituição bancária, que já levou para tribunal José Oliveira e Costa, presidente do BPN entre 1998 e 2008.
O Banco Português de Negócios foi vendido ao BIC, presidido em Portugal por Mira Amaral, por 40 milhões de euros.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

PJ e MP fazem dezenas de buscas pelo país em investigação relacionada com o BPN


A Polícia Judiciária e o Ministério Público têm em curso uma mega operação, com dezenas de buscas em todo o país. A SIC sabe que nesta altura há um detido, numa investigação relacionada com o Banco Português de Negócios e uma gigantesca burla que pode ascender aos 80 milhões de euros.