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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Cavaco defende «mais sacrifícios só para quem ainda não foi afectado»

O Presidente da República, Cavaco Silva, defendeu esta sexta-feira que a exigência de mais sacrifícos aos portugueses deverá incidir apenas sobre «quem ainda não foi afectado». Falando aos jornalistas à margem da inauguração da primeira fábrica de nanotecnologia em Portugal, em Coimbra, o chefe de Estado considerou ainda que a medida anunciada ontem pelo BCE de comprar dívida dos países em dificuldade é «positiva» mas «peca por tardia».
Cavaco considerou que apís a «experiência de 15 meses» de aplicação do programa de ajustamento negociado pelo anterior Governo com a troika esta é «uma boa altura para se fazer uma revisão dos compromissos assumidos», principalmente à luz das «alterações na conjuntura internacional».Já sobre um aumento dos sacrifícios dos portugueses, o Presidente sublinhou ser necessária «equidade nas decisões», acrescentando que «eventualmente só se podem considerar para acréscimos de sacrifícios os que ainda não foram afectados».Ainda sobre a decisão do BCE, Cavaco considera que seria discriminatório se a instituição liderada por Mario Draghi apenas comprar dívida portuguesa em 2013. A esse propósito, o Presidente lembra que «Portugal já está nos mercados porque está a emitir dívida a doze meses».
Hoje-Diário Digital

sábado, 1 de setembro de 2012

RTP: Cavaco nega que haja proposta oficial e recusa comentar declarações de consultores

O Presidente da República negou hoje que haja uma proposta oficial sobre o futuro da RTP, dizendo que se houvesse, teria sido informado, e escusou-se a comentar «declarações de consultores do Governo».
«Não tenho conhecimento de que exista alguma proposta oficial. O Presidente da República, como é óbvio, não comenta declarações de consultores do Governo», afirmou aos jornalistas.
Cavaco Silva falava à imprensa à margem da Taça Portugal Solidário, que se realiza no Oceânico Victoria Clube de Golfe, em Vilamoura, um torneio com o alto patrocínio da Presidência da República.
Diário Digital / Lusa-Hoje

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Cavaco deixa recado ao BCE através do Facebook

Cavaco Silva escreveu, esta quinta-feira, uma mensagem no Facebook onde deixa uma mensagem e um desafio ao Banco Central Europeu (BCE). O presidente da República refere que “a situação excepcional e de verdadeira emergência a que chegámos reclama do BCE uma intervenção ampla e previsível no mercado da dívida soberana dos países solventes que enfrentam problemas de liquidez e a disponibilidade para uma intervenção ilimitada no mercado secundário”.
O presidente defende ainda que a intervenção do BCE no mercado da dívida soberana “tem de estar associada a uma condicionalidade que garanta o cumprimento por parte do Estados em dificuldades das políticas orçamentais e estruturais adequadas.”Cavaco escreve ainda que estas reflexões têm estado presentes no discurso de Mario Draghi, presidente do BCE, acrescentando ainda que faz “votos para que não se continue a atrasar a passagem à prática daquilo que há muito é óbvio, clarificando os mecanismos de apoio aos países que enfrentam maiores dificuldades nos mercados e não dando mais espaço àqueles que apostam no desmembramento da Zona Euro.”A mensagem do presidente na rede social termina com um desafio ao BCE especialmente dirigido a Draghi: “E porque não o BCE começar a aplicar já aos títulos da dívida pública da Irlanda e de Portugal a orientação anunciada pelo seu Presidente?”
Por: Catarina Correia Rocha, Ionline, 9 Ago 2012 - 12:29

sábado, 30 de junho de 2012

CDS e Presidente defendem ajustes ao Memorando em Agosto

Centristas já falam em “ponderação de todo o programa”. E Cavaco Silva acredita que tudo será revisto na quinta avaliação da troika.
Agosto é o mês da quinta avaliação à execução do Memorando e pode bem ser o momento aproveitado por governo e troika para renegociar as condições impostas ao país. A margem para que Portugal cumpra o défice de 4,5% no final do ano está cada vez mais apertada e a pressão para que o plano de ajustamento seja avaliado tem vindo a crescer. O CDS e o Presidente da República são duas vozes que ontem se aproximaram desse lado.
Depois de conhecidos os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao défice do primeiro trimestre e também as conclusões da cimeira europeia, o CDS defendeu a necessidade de uma “ponderação”. E a frase é do porta-voz do partido, João Almeida: “É preciso ponderar o efeito de tudo isso. Ver se, havendo um reajustamento diferente, se justifica ou não também uma ponderação em relação a todo o programa”.
Entre a direcção do CDS já se defende, ainda que de forma reservada, ajustes ao documento que podem passar pelos critérios de cumprimento das metas para evitar mais medidas de austeridade. Aliás, mais austeridade está mesmo fora de questão entre os centristas. E no PSD há quem alerte que mais impostos ou mais sacrifícios só iriam “agravar mais o ambiente recessivo”. No comentário da TVI24, o ex-líder do PSD Marques Mendes disse que isso afecta “não só a a credibilidade do governo como do ministro das Finanças”.(Ler Mais)
Por:Ionline, Liliana Valente-30 Jun 2012 

domingo, 24 de junho de 2012

Cavaco acha "muito difícil" novas medidas de austeridade

O Presidente da República considerou hoje "muito difícil" voltar a exigir novos sacrifícios a quem já foi chamado a contribuir "significativamente para a redução dos equilíbrios económicos e financeiros" em Portugal.
Cavaco Silva, em declarações aos jornalistas em Castro Daire, admitiu, no entanto, que podem ser abertas exceções se esses sacrifícios incidirem sobre quem "tenha sido poupado".
"Será muito difícil voltar a exigir sacrifícios aos que já foram chamados a contribuir significativamente para a redução dos nossos desequilíbrios económicos e financeiros. Só se eventualmente se pensar naqueles que, até ao momento, tenham sido poupados, de alguma forma, aos sacrifícios que foram pedidos a muitos e muitos portugueses", disse.
E reafirmou: "Não estou a pensar em ninguém de forma especial. O que digo é que se vê pouco espaço, pensando bem, para que se possa exigir mais sacrifícios a quem já foi sacrificado e muito sacrificado".
"Mas tenho que confiar na palavra do senhor ministro das Finanças que não apontou nenhuma medida adicional de austeridade e não colocou em causa o objetivo acordado (de 4,5 por cento do PIB do défice orçamental para 2012) com as instâncias internacionais".
Sobre a diminuição das receitas ficais nos cinco primeiros meses do ano, Cavaco Silva alertou que existe " uma relação entre o nível da actividade económica, por vezes com desfasamento temporal, e as receitas fiscais", significando isso que, "tendo baixado as receitas fiscais, refletem o abrandamento da actividade económica que se tem vindo a verificar".
"No entanto o senhor ministro das Finanças, que tem todos os dados na sua posse, afirmou que o objetivo de 4,5 por cento do produto do défice orçamental de 2012 não estava posto em causa. Temos que aguardar para ver", sublinhou.
O Presidente da República admitiu que por ocasião da próxima revisão da troika será o momento indicado para se ter uma perceção mais correcta.
"O senhor ministro das Finanças diz que vai ser possível. Mas estou convencido que na próxima revisão da troika, que ocorrerá no final do mês de agosto, e como é costume, se desenvolve um diálogo aprofundado com o Governo, irão analisar quais são as perspetivas, não apenas das receitas ficais, mas também das despesas, com uma visão mais alargada até ao fim do ano, porque, por vezes, ocorrem alguns desfasamentos de natureza temporal".
Hoje-Dn.pt/Lusa

terça-feira, 10 de abril de 2012

Cavaco "nunca mais" falará sobre subsídios da sua pensão

por:dn.pt/Lusa-Hoje
O Presidente da República disse hoje que "nunca mais" irá falar sobre os subsídios da pensão que recebe do Banco de Portugal, sublinhando que tudo o que foi escrito sobre a matéria "não corresponde minimamente à verdade".
Questionado se já decidiu se irá receber os subsídios de férias e de Natal da pensão que recebe do Banco de Portugal, Cavaco Silva recusou pronunciar-se novamente sobre a questão.
"Já me pronunciei uma vez sobre a situação, nunca mais. Nunca mais voltarei a pronunciar-me por uma simples razão: aquilo que os senhores têm escrito sobre o assunto não corresponde minimamente à verdade e já desisti de fornecer qualquer outro esclarecimento", disse Cavaco Silva, que falava aos jornalistas no final da inauguração da nova sede da Microsoft em Portugal. (ler mais)

segunda-feira, 26 de março de 2012

Cavaco acorda tarde...como sempre!

Só hoje, 2ª feira, 4 dias depois dos acontecimentos, é que Cavaco Silva se resolve a fazer um curto "statement" sobre a gravidade dos acontecimentos do Chiado, que todo o mundo viu, uma ou duas horas após terem ocorrido...Se o PR está ainda traumatizado com os episódios, também muito graves, verificados na Ponte 25 de Abril,nos anos 90, percebe-se...era 1º ministro e Dias Loureiro o seu MAI...
Mas já não se admite que fique de plantão por 4 dias para se pronunciar sobre uma cobarde carga policial sobre jornalistas e manifestantes...

É um desplante, a raiar o ridículo, não tirar conclusões, desde logo, perante as sangrentas e violentas bastonadas desferidas pelos membros do Corpo de Intervenção e outros membros da PSP... é que as conclusões do Inquérito competem á IGAI(Inspeção geral da Administração Interna), mas, no caso, só para graduar a culpa das chefias que deram as ordens para a carga e para os agentes que agiram de forma excessiva e desproporcionada.

Já em matéria de responsabilidade política, e é sobre essa que Cavaco pode pronunciar-se, tudo terá a ver com o 1º ministro e com o ministro da Administração Interna...Já os chamou a Belém?

Daí que "lamentar as agressões sobre os jornalistas" ou "querer saber tudo o que aconteceu no Chiado"... é demasiado tardio e espelha a mais lúgubre demagogia...o Senhor PR ainda não possui os dados que todas televisões já divulgaram!?! Ou vai guardar estas matérias para um qualquer prefácio?

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

“É impossível impor mais austeridade”, diz Cavaco Silva

29.02.2012 -Por:Público/Lusa
O Presidente da República defende que “é impossível impor mais austeridade” a um conjunto de portugueses mais vulneráveis, “a que agora se chama novos pobres”, e afirma que “é preciso olhar às pessoas”. (ler mais)

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Cavaco Silva convicto de que a ideia de colapso da zona euro será “enterrada”

25.02.2012 -Por:Público/Sara Dias Oliveira

O Presidente da República acredita que “a ideia de colapso da zona euro vai ser enterrada” com o acordo que será aprovado no Conselho Europeu, marcado para os dias 1 e 2 de Março.
“Com o acordo que foi conseguido, e que se espera que seja aprovado em definitivo neste conselho europeu, vai desaparecer, penso eu, da comunicação social, a ideia de colapso da zona do euro”, disse neste sábado, no encerramento da sexta jornada do Roteiro para a Juventude, no Porto. (ler mais)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Cavaco recusa esclarecer casos António Arroio e pensões de reforma

24.02.2012-Por:Público/Sara Dias Oliveira
Cavaco recusou dar explicações sobre o cancelamento à escola António Arroio. Também não revelou quanto vai receber de reforma do Banco de Portugal.
O Presidente da República, Cavaco Silva, continua sem explicar qual o “impedimento” que o impossibilitou de realizar a visita à escola artística António Arroio, em Lisboa, há precisamente uma semana. Recusou ainda dizer se já sabe quanto é que vai receber de reforma do Banco de Portugal.
Questionado sobre o assunto, ao final da manhã, no arranque do V Roteiro para a Juventude que iniciou no Norte do país, não esclareceu qual a razão que o impediu de visitar a escola que tinha à sua espera uma manifestação de alunos. (ler mais)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Cavaco Silva pede mais atenção aos reformados

por:Dn.pt/Lusa-Ontem
O Presidente da República defendeu hoje(ontem) um "olhar particular" para os reformados, considerando que não se pode de nenhuma forma "empurrá-los para o grupo dos novos pobres".

"Os reformados já não têm forças para conseguir corrigir o percurso, o rumo das dificuldade e, por isso, nós não podemos de forma nenhuma empurrá-los para o grupo dos novos pobres, aqueles que passam por uma pobreza envergonhada", afirmou o chefe de Estado.
(ler mais)

sábado, 19 de novembro de 2011

Cavaco critica sugestão de baixar salários no setor privado

Lisboa, 18 nov (Lusa)

O Presidente da República manifestou-se hoje incrédulo perante a sugestão da 'troika' de reduções salariais no setor privado, defendendo que a competitividade deve basear-se em fatores como a capacidade de inovação ou qualificação de recursos humanos.

"Não me parece um caminho correto de forma nenhuma. Até me custa a crer que seja uma recomendação firme, feita às autoridades portuguesas. Ainda não tive oportunidade de falar com o senhor primeiro-ministro e, por isso, tenho apenas a informação que li num comunicado que foi produzido", afirmou Cavaco Silva aos jornalistas.

À margem de uma iniciativa sobre empreendorismo na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, o Chefe de Estado começou por dizer que, de acordo com o modelo económico português, "o poder político não tem competência para determinar diretamente os salários praticados no setor privado".

"Se pensavam no aumento de competitividade, então eu direi que é muito melhor seguir outras vias: o reforço da nossa capacidade de inovação, a qualificação dos recursos humanos, a melhor ligação entre a produção científica e as empresas, a marca, o marketing, a qualidade e muitos outros fatores", defendeu.

"Salários baixos existem em muitos outros países em que eles são muito mais baixos que em Portugal", sublinhou o Presidente.

A 'troika' defendeu na quarta-feira que o setor privado deve seguir o exemplo do setor público e aplicar reduções salariais, "a fim de melhorar a competitividade dos custos da mão-de-obra", conforme consta do comunicado da missão conjunta da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional.

ACL/Lusa

sábado, 22 de outubro de 2011

PR: "Não há tempo para hesitações e jogos políticos" entre líderes europeus

Lisboa, 22 out (Lusa)
O Presidente da República, Cavaco Silva, disse hoje, através da sua página no Facebook, que "esta é a hora de exigir sentido de responsabilidade" à Europa, considerando que "não há tempo para hesitações e jogos políticos de bastidores".

"Temos assistido nos últimos dias ao avolumar de indefinições sobre as medidas que o Conselho Europeu de domingo deveria tomar para a resolução definitiva da crise que atinge a zona do euro. Esta é a hora de exigir sentido de responsabilidade aos líderes europeus", reitera Cavaco Silva.

Para o chefe de Estado, "não há tempo para hesitações e jogos políticos de bastidores", pelo que "os responsáveis europeus devem estar à altura dos desafios desta hora crítica para a Europa".

O Presidente da República disse ainda que a União Europeia "tem os meios para enfrentar a crise" e que "é inadiável garantir a estabilidade financeira e o futuro da construção europeia", uma vez que "adiar seria tornar mais difíceis e onerosas as soluções e pôr em risco o que duas gerações de europeus ergueram".

Os ministros das Finanças da Zona Euro reúnem-se hoje à tarde em Bruxelas, depois do encontro que mantêm neste momento alargado aos restantes 10 titulares das pastas das Finanças da União Europeia, disse fonte diplomática à Lusa.

O novo encontro no formato Eurogrupo (os 17 ministros das Finanças do espaço monetário único) engrossa assim a “maratona” de reuniões que se sucedem em Bruxelas para preparar as decisivas cimeiras que se avizinham, designadamente o Conselho Europeu de domingo de manhã e as cimeiras da Zona Euro agendadas para domingo à tarde e quarta-feira à noite, todas ao nível de chefes de Estado e de Governo.

ND (ACC/PPF)/Lusa

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

CAVACO DEIXA RECADOS AO GOVERNO

por: DN.pt, Hugo F. Coelho e Lusa/Hoje

O Presidente da República deixou ainda outros avisos ao Governo, alertando para a necessidade de ser crucial que não exista sentimento de injustiça na repartição dos sacrifícios.

Cavaco Silva considerou hoje que a suspensão dos subsídios de férias e de Natal da administração pública e dos pensionistas é "a violação de um princípio básico de equidade fiscal"."

É sabido por todos que a redução dos salários ou pensões a grupos específicos é um imposto. Mudou o Governo, mas eu não mudei de opinião. Já o disse anteriormente e posso dizê-lo outra vez: é a violação de um princípio básico de equidade fiscal", afirmou o chefe de Estado em declarações aos jornalistas à saída da sessão de abertura do IV Congresso Nacional dos Economistas, que decorre em Lisboa.
Questionado se entende que a proposta de suspensão em 2012 e 2013 do pagamento dos subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos e pensionistas é um "ataque" a um grupo específico, o Presidente da República recordou a posição que assumiu quando o anterior Governo liderado por José Sócrates fez um corte nos vencimentos dos funcionários públicos.

"Não estou a dizer-vos nada de novo. Era a posição que eu já tinha quando o anterior Governo fez um corte nos vencimentos dos funcionários públicos. Os livros ensinam-nos quais são os princípios básicos de equidade fiscal e é sabido por todos que estudam esses livros que a regressão de vencimentos ou de pensões a grupos específicos é um imposto", sustentou, insistindo que não muda de opinião "por causa de ter mudado o Governo".

Manifestando o desejo que a Assembleia da República faça um "debate aprofundado" sobre as propostas do Governo para o Orçamento do Estado para 2012, entre as quais está a suspensão e cortes nos subsídios de férias e de Natal, Cavaco lembrou que é ao Governo que cabe elaborar aquele documento e ao Parlamento a sua aprovação. "Vamos esperar pelo debate que agora vai ter lugar no sítio certo, que é a Assembleia da República", acrescentou".