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domingo, 25 de março de 2012

Passos Coelho promete «acabar com privilégios dos sectores mais protegidos»

O primeiro-ministro e presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, prometeu hoje «acabar com os privilégios dos setores mais protegidos da economia» portuguesa, incluindo a energia, defendendo que todos têm de contribuir para a recuperação do país.No discurso com que encerrou do XXXIV Congresso do PSD, na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico, em Lisboa, Passos Coelho afirmou que tem «um projeto ambicioso para Portugal» e que quer «construir uma sociedade mais aberta, mais democrática na economia, mais justa na repartição do rendimento», o que implica «acabar com os privilégios que permanecem nos setores mais protegidos da economia» em Portugal.
«E seremos determinados, através de toda a transformação legal e negocial, que nos permitirá reduzir esses privilégios, acabar com esses privilégios e democratizar ainda mais a nossa economia e o nosso país», assegurou Passos Coelho.

Diário Digital / Lusa

sábado, 24 de março de 2012

Passos Coelho perde duas das principais alterações aos estatutos

Por:Ionline/ Rita Tavares, 24 Mar 2012
A confusão foi grande na votação das alterações aos estatutos do PSD que ocupou o final da manhã do Congresso de Lisboa. Tanto que o presidente do partido, Pedro Passo Coelho, teve de intervir conseguindo mesmo a repetição de uma das votações. No final, acabou por ver o Congresso travar duas das suas principais ideias: primárias para escolher os candidatos sociais-democratas a eleições e o estatuto do simpatizante do partido.
Na alteração aos estatutos proposta pela direcção estava a possibilidade de o Conselho Nacional criar um regulamento para que os candidatos pelo partido a eleições nacionais, locais e regionais passassem a ser escolhidos em eleições primárias. Num Congresso em que se discute a estratégia para as eleições autárquicas, esta proposta não colheu a maioria dos votos. Quanto ao estatuto do simpatizante, a ideia era permitir que não só os militantes pudessem aceder aos órgãos do partido, mas também simples simpatizantes.
As duas ideias foram chumbadas. O líder do PSD desvalorizou o chumbo do estatuto do simpatizante: "Não há morte de homem aqui". E sobre as primárias, Passos "gostaria de ter um processo mais aberto à participação da sociedade, mas que o Congresso não se sentiu à vontade para isso. Respeito".(ler mais)