Quando um espirro abala o mundo
Há 1 hora
26.04.2012 -Por:Público/Isabel Gorjão Santos
Sakineh Ashtiani, condenada à morte por lapidação, pode ter sido libertada, de acordo com informações de uma ONG alemã. A notícia ainda não foi oficialmente confirmada pelas autoridades do Irão mas está já a ser veiculada pela comunicação social de todo o mundo que reconhece à pressão da comunidade internacional um contributo decisivo para a eventual decisão de libertar Sakineh. A ser assim, estamos perante uma boa notícia, na véspera do Dia Internacional dos Direitos Humanos.
sábado, 13 de Novembro de 2010 12:45
Lisboa, 3 set (Lusa)
"A França volta a estar na linha de mira da União Europeia. Em causa estão as expulsões de mil pessoas de etnia cigana originárias da Roménia e da Bulgária no espaço de um mês. (Ver também no Expresso online)
A ocupação de um terreno comunal ou privado"não é motivo suficiente para caracterizar a existência de uma ameaça à ordem pública", decidiu hoje o Tribunal Administrativo de Lille
França está a organizar encontro informal sobre imigração
Sakineh Ashtiani, 43 anos, viúva iraniana, acusada de adultério, após confissão obtida por coacção, nas suas palavras, está condenada a ser executada por lapidação, ou apedrejamento até à morte, se a pressão dos media internacionais e as manifestações de iranianos, um pouco por todo o mundo, não conseguirem obrigar as autoridades ditatoriais iranianas a respeitarem o acordo celebrado com a União Europeia, em 2002, e que impede a execução de mortes por lapidação, essa forma mais do que medieval e desumana de tratar ou condenar por alegados crimes, as mulheres de diversos paises do Médio Oriente.