Mostrar mensagens com a etiqueta Espanha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Espanha. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Espanha está pronta para pedir resgate, mas Alemanha pede calma


Espanha está pronta para pedir um resgate financeiro já na próxima semana, mas a Alemanha defende que deve ser adiado, confirmaram esta segunda-feira vários responsáveis europeus à agência Reuters.
“Os espanhóis estavam algo hesitantes mas agora estão prontos para pedir ajuda”, disse esta segunda-feira um alto responsável europeu. Outras três fontes da zona Euro confirmaram à Reuters esta mudança de posição do Governo espanhol.Porém, o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, sublinha que Espanha está a dar todos os passos certos para superar os seus problemas fiscais e que não precisa de um resgate, argumentando que os investidores reconhecerão as reformas que já foram postas em curso.Vários diplomatas europeus e um alto responsável alemão disseram, em privado, que a chanceler Angela Merkel prefere por ora evitar novos pedidos de resgate individuais. “Não faz sentido enviar decisões iminentes sobre a Grécia, Chipre e possivelmente também sobre a Espanha para o Bundestag (parlamento federal alemão) uma por uma”, disse essa mesma fonte alemã. “Faz sentido juntá-las, tanto pela substância como politicamente.”(LER MAIS)


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Taxa de juro da dívida espanhola bate novo recorde de 7,7%

A taxa de juro da dívida soberana espanhola a 10 anos bateu esta quarta-feira um novo recorde desde a criação da zona euro, ao atingir os 7,7%.
A taxa de juro a 10 anos associada à dívida espanhola voltou a ultrapassar a barreira dos 7%, um valor que, no caso da Grécia, Irlanda e Portugal, significou o ponto sem retorno em direcção a um pedido de resgate.
A situação de Espanha está no centro das preocupações das autoridades e cada vez mais se teme que o país se torne a quarta economia da zona euro a pedir assistência financeira global e não apenas para os seus bancos.
A 18 de Junho os juros espanhóis ascenderam aos 7%, pela primeira vez na história, chegando aos 7,158%.
Hoje,Diário Digital

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Crise do euro: Risco da dívida espanhola dispara para máximo histórico

Espanha está esta sexta-feira no centro das maiores pressões dos mercados financeiros, no dia em que o resgate europeu para sanear a banca domina a reunião do Eurogrupo. O risco da dívida espanhola a dez anos disparou para um máximo histórico e as taxas de juro não descolam da barreira dos 7%.
Embora a taxa implícita dos juros das obrigações neste prazo já tenha estado mais alta, a margem de diferença em relação às taxas alemãs é hoje a maior desde que existe a moeda única, tendo chegado aos 593 pontos.A pressão acontece um dia depois de o Parlamento de Madrid ter dado luz verde às medidas de austeridade reclamadas pelos parceiros europeus como contrapartida para o país receber assistência financeira à banca – e que na quinta-feira foram contestadas por milhares de espanhóis nas ruas de várias cidades.No mercado de dívida secundário (onde são transaccionados os títulos após terem sido colocados directamente pelos Estados no mercado primário), os juros mantêm a trajectória ascendente dos últimos dias, ao mesmo tempo em que aumentou o chamado prémio de risco em relação aos títulos de referência no mercado (germânicos).De acordo com dados da agência Reuters, os investidores pedem 7,1% de juros para adquirir obrigações com um prazo de dez anos, ligeiramente acima do valor registado ontem, dia em que o Tesouro foi ao mercado primário emitir dívida pública com as taxas de juro em alta.Alguns analistas consideram o patamar de 7% uma taxa-limite a partir da qual o custo do financiamento de um Estado pode tornar-se insustentável se, uma vez ultrapassada aquela barreira, as taxas se mantiverem naquele nível de forma continuada.

20.07.2012 -Por: Pedro Crisóstomo

terça-feira, 10 de julho de 2012

Os mineiros já estão em Madrid e dirigem-se à sede do governo, em Moncloa

"Los 200 mineros de la marcha negra, que han recorrido más de 400 kilómetros desde el pasado 22 de junio para llegar a Madrid en demanda de ayudas para el sector, viven hoy su primer acto conjunto en las calles de la capital: una simbólica marcha nocturna a pie desde Ciudad Universitaria, en el noroeste, hacia su corazón, la Puerta del Sol. En un inesperado giro judicial de última hora, la protesta podrá discurrir por la A-6, lo que permitirá a los mineros pitar al presidente del Gobierno, Mariano Rajoy, como querían, a las puertas de La Moncloa. Esta marcha y la manifestación de mañana miércoles ante Industria son los principales actos reivindicativos programados para estos días en Madrid."(Ler mais) (com vídeo)
El Pais-Hoje 18,45

Solidariedade mineira,"Santa Bárbara Bendita"


Erguendo o clamor da voz, mostrando a indignação contra o governo de Rajoy, do mesmo que cantando, seja em Mieres, em Leon, por todos os territórios das Astúrias,também em Aragão...para agora confluírem, após a longa "marcha negra do carvão", no centro de Madrid!
Que se juntem as vozes da solidariedade dos mineiros portugueses!!!

domingo, 1 de julho de 2012

ESPANHA-ITÁLIA (4-0): Goleada coroa a primeira bicampeã da história

Espanha sagra-se bicampeã europeia após golear a Itália por 4-0, na final disputada em Kiev. Golos de David Silva, Alba, Fernando Torres e Juan Mata dão aos espanhóis um inédito "tri".(Ler Aqui)
por:dn.pt/João Ruela-Hoje

terça-feira, 26 de junho de 2012

Espanha: Moody's desce 'ratings' a 28 bancos espanhóis, depois da descida do 'rating' do país

A agência de notação Moody's anunciou hoje a descida de 'ratings' de 28 bancos espanhóis, entre um e quatro níveis, na sequência da decisão de há duas semanas descer o 'rating' da dívida soberana de Espanha.
Em comunicado, na sua página web, a agência explica que a decisão de hoje, que afeta tanto dívida a longo prazo como os ratings de depósito, reflete a descida na avaliação das capacidades de crédito dos bancos.
Três bancos viram os seus 'ratings' descer um nível; onze tiveram uma descida de dois níveis, 10 bancos de três níveis e seis bancos de quatro níveis.
25/06/2012-Diário Digital / Lusa

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Reacção dos mercados: Juros da Espanha passam barreira dos 7% apesar do voto grego

O resultado das eleições na Grécia, que deu a vitória aos conservadores da Nova Democracia, parece não estar a ser suficiente para acalmar os mercados.
Depois de as bolsas terem aberto sessão em alta, o entusiamos esfriou a meio da manhã, sobretudo no mercado da dívida. Espanha é o país mais atingido, com os juros da dívida a dez anos – considerada a referência para os investidores – a passarem novamente a barreira dos 7%.Na sexta-feira, o preço que os investidores pediam para comprar títulos espanhóis a dez anos situava-se ainda nos 6,9% mas nesta segunda-feira, por volta das 11h, rondava já os 7,1%, ou seja, estava acima do limiar considerado insustentável para um Estado se continuar a financiar.Também a Itália viu a pressão dos mercados acentuar-se, com as taxas de juro a subir no mercado secundário. Neste momento, os investidores pedem um juro de 6% para comprar títulos italianos a dez anos. Portugal não escapa à tendência, mas a subida é mais limitada.O impacto das eleições gregas, cujo resultado parece ter afastado, pelo menos para já, o risco de o país sair da zona euro, está também a fazer-se sentir nas bolsas europeias, que abriram esta manhã em alta. A bolsa de Atenas segue a valorizar mais de 5% e, na generalidade, as praças europeias continuam a negociar em terreno positivo.A excepção é, mais uma vez, Espanha, onde o principal índice – o Ibex – começou entretanto a perder terreno, caindo quase 1%.
18.06.2012 -Por: Público,Ana Rita Faria

sábado, 9 de junho de 2012

Madrid «analisa» relatório do FMI sobre recapitalização da banca espanhola

Fonte do governo espanhol indicou que Madrid espera os resultados de uma reunião em Bruxelas marcada para este sábado. O governo espanhol disse estar a «analisar» o relatório do FMI que diz que a banca espanhola necessitará de 40 mil milhões de euros para cumprir os novos requisitos de capitalização. Fonte govermental citada pela AFP adiantou que «há uma reunião convocada em Bruxelas» para este sábado do Eurogrupo e que o governo espanhol «espera os resultados» desse encontro. Estas declarações urgiram no dia em que o primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy conversou nas últimas horas com o líder do principal partido da oposição, Alfredo Perez Rubalcaba, indicou um deputado Eduardo Medina. Este parlamentar socialista que confimou esta conversa entre Rajoy e Rubalcaba disse, contudo, desconhecer o conteúdo da conversa entre o líder do PP e do PSOE. Citando fontes europeias, a AFP indicou ainda que este sábado que se vai realizar uma teleconferência entre bos ministros das Finanças da Zona Euro para debater a situação dos bancos espanhois e que depois Madrid avançará com o pedido de ajuda. No entanto, fonte do governo espanhol indicou que este pedido não será feito nas próximas horas, até porque a posição de Madrid sobre esta questão «não mudou».
TSF-Publicado hoje às 12:25

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Seguro pede intervenção da Europa na crise de Espanha para não agravar a portuguesa

O líder do Partido Socialista pediu hoje a intervenção da Europa na crise da Espanha, sob pena de agravar a situação económica e social de Portugal, tendo em conta o peso das suas exportações para o país vizinho.
“Um quarto das exportações [portuguesas] são para a Espanha e qualquer oscilação negativa na situação financeira ou na economia espanhola tem reflexos na nossa economia”, alertou António José Seguro, que, em declarações aos jornalistas, na Lourinhã, disse que “há muitos motivos de preocupação” e que espera que os líderes europeus estejam atentos.“É fundamental que a União Europeia perceba que temos de mudar de caminho, de política. A par da consolidação das contas públicas, temos de colocar o emprego e o crescimento como prioridades”, sublinhou.Para o dirigente socialista, “é fundamental a emissão de euroobrigações e a possibilidade de o Banco Central Europeu emprestar diretamente dinheiro aos Estados-Membros”.António José Seguro falava durante uma visita a uma central fruteira no concelho da Lourinhã, depois de ter sido anunciado que Espanha iria recorrer ao pedido de ajuda financeira.
Por:Ionline/ Agência Lusa, 8 Jun 2012 -Actualizado há 2 horas 24 minutos

Constâncio defende solução rápida para Espanha

A Espanha tem “necessidades reais” de financiamento que “têm de ser resolvidas rapidamente”, disse esta sexta-feira o vice-presidente do Banco Central Europeu, Vítor Constâncio, à entrada de uma audiência na comissão parlamentar de inquérito dedicada ao Banco Português de Negócios (BPN).
“A solução do resgate pode acalmar os marcados”, acrescentou Constâncio, ex-governador do Banco de Portugal, enfatizando que “a solução tem de ser rápida”.


Disse que ainda não foi pedida ajuda, mas recusou-se a comentar as datas e montantes de um provável resgate a Espanha, ou pelo menos à sua banca, como tem sido avançado nos últimos dias.
Esta sexta-feira, a agência Reuters noticiou que a Espanha deverá pedirá no fim-de-semana ajuda financeira para os bancos em dificuldades, mas entretanto o Governo espanhol desmentiu essa informação. A Comissão Europeia avançou, por seu lado, que desconhece o agendamento da reunião que a Reuters disse estar prevista para esse fim.

Vítor Constâncio está esta sexta-feira no Parlamento porque era o supervisor da banca portuguesa quando o BPN passou para a alçada do Estado, em finais de 2008. Essa passagem aconteceu depois de serem conhecidas diversas fraudes financeiras que colocaram o banco em insolvência após o rebentamento da crise financeira internacional que pôs a banca ocidental à beira do colapso, no seguimento da falência do banco de investimento Lehman Brothers.
Com forte impacto nas contas nacionais, o BPN tornou-se um processo político e judicial. Em Março deste ano, foi concluída a venda ao Banco BIC por 40 milhões de euros.

08.06.2012 - Por:Público/ Cristina Ferreira, Paulo Miguel Madeira