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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Vítor Gaspar diz que não há “margem de manobra” para inverter o rumo

O ministro das Finanças defendeu esta segunda-feira na apresentação do Orçamento do Estado (OE) para 2013 que a proposta do Governo é a única possível. E deixou um aviso: pôr em causa o orçamento é pôr em causa a credibilidade do país.
“Esta proposta para 2013 é a única possível”, disse Vítor Gaspar, defendendo que Portugal não tem “qualquer margem de manobra” para mudar o rumo. Na conferência de imprensa onde está a apresentar as linhas gerais do OE de 2013, que entregue esta tarde no Parlamento, o ministro avisou que pôr em causa o orçamento é pôr em causa o programa de ajustamento e, consequentemente, a credibilidade que diz que o país recuperou junto das autoridades internacionais.“Não é só o nosso futuro que ficaria em causa, seria testada a viabilidade do presente de Portugal”, concluiu.(LER AQUI)

sábado, 13 de outubro de 2012

"Sem cultura o homem transforma-se em cão"



As ações de protesto já marcham por Portugal. Em Lisboa, a manifestação contra o desemprego "Por um Portugal com Futuro" organizada pela CGTP - com manifestantes que percorreram todo o País - parte esta tarde da Praça da Figueira em direção à Assembleia da República. No Porto, centenas estão concentrado na Praça da Batalha e a acontece às 17:00 na Praça de Espanha a manifestação cultural.A manifestação de artistas e população contra os cortes na Cultura arrancou em Braga com a voz de Adolfo Luxúria Canibal a dar o alerta, "sem cultura o homem transforma-se em cão".Do palco, uma voz ecoa, "oh da Guarda", ouve-se. Adolfo Lúxuria Canibal e o ator António Durães lançam o mote da tarde, um "alerta" para a "razia" nos apoios à Cultura.Da plateia, cerca de 600 pessoas aplaudem, gritam palavras de ordem e incentivam quem no palco mostra que Portugal "é mais do que números" e sem Cultura "não se vive".Em declarações à Lusa, um dos organizadores da manifestação, José Barbosa, explica o que no palco se passa."Respondemos ao apelo lançado pelo Carlos Mendes. Músicos, atores e gente da cultura vai subir ao palco porque a cultura é fundamental como o pão e por ação deste governo está-nos a faltar o pão", afirmou.(LER AQUI)

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Pensões acima de 1350 euros levam corte entre 3,5% e 10%

Na versão preliminar do Orçamento do Estado as pensões acabam por ter uma penalização maior do que o corte aplicado aos salários dos funcionários públicos.
As pensões da função pública e do sector privado acima dos 1350 euros ficarão sujeitas a uma contribuição extraordinária de solidariedade entre os 3,5% e os 10%. A medida está prevista na versão preliminar do Orçamento do Estado (OE) para o próximo ano.De acordo com o documento, os pensionistas que recebem entre 1350 e 1800 euros sofrerão uma redução no valor da reforma de 3,5%. Quem recebe entre 1801 e 3750 euros terá um corte que oscilará entre os 3,5% e os 10%. Acima deste montante o corte será de 10%.As pensões acima de 3750 euros têm ainda um outro corte, que será acumulado com o de 10%. Assim, haverá uma taxa de redução de 15% aplicada sobre o montante que exceda os 5031 euros, mas não ultrapasse os 7546 euros. A parcela que ultrapasse este montante estará sujeita a uma taxa de redução de 40%.(LER AQUI)