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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Crise política deixaria Portugal “muito perto da situação da Grécia”, diz Portas


O CDS-PP vai votar favoravelmente o Orçamento de Estado para 2013 porque, disse Paulo Portas, “se Portugal tivesse uma crise política agora ficaria muito perto da situação da Grécia”.
Depois de uma longa reunião com o grupo parlamentar do seu partido na Assembleia da República, Portas fez uma declaração aos jornalistas para dizer que a coligação com o PSD não está em risco e que, em momentos como estes, “é preciso fazer um esforço de compromisso”.O líder centrista reiterou a mensagem do comunicado que distribui em seu próprio nome, na madrugada de ontem, referindo-se à importância da diversidade de pontos de vista entre os dois parceiros da coligação. Mas sublinhou que "o governo é um só e não há dois".Portas afirmou que em breve “decisões importantes terão que ser tomadas [pela União Europeia] sobre países que fazem parte da zona euro” e Portugal deve ser mantido “ao abrigo de quaisquer perigos suplementares” – indicando assim que decisões semelhantes poderiam afectar o país.(LER AQUI)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Paulo Portas: «Carga fiscal tem de ser atenuada com redução de despesas»

O líder do CDS-PP emitiu esta quinta-feira a primeira reacção de um parceiro da coligação governamental às medidas anunciadas na véspera por Vítor Gaspar. Paulo Portas, que falava após a moção de censura na Assembleia da República, reiterou a mensagem do seu partido relativamente ao aumento «brutal» dos impostos. O CDS-PP «tudo vai fazer para um corte de despesas», assegurou.
«Considero que Portugal está numa situação de salvação nacional» e «valorizo a estabilidade que Portugal precisa para enfrentar os seus desafios», começou por dizer, numa breve declaração.
Sobre o aumento de impostos anunciado por Vítor Gaspar, afirmou que «precisamos de um trabalho redobrado para moderar essa carga fiscal».
«Estou apenas a confirmar aquilo que o Governo tem afirmado e que está expresso no memorando de entendimento» (com a troika), concluiu.
Diário Digital-Hoje

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

CDS-PP «admite sair do governo», diz jornal Público

Os centristas (CDS-PP) poderão abandonar a coligação de Governo após a aprovação do Orçamento de Estado de 2013, destaca o jornal Público na edição desta sexta-feira.
Portas pretende fazer valer os seus  pontos de vista «até a corda rebentar». Os centristas vão dramatizar «para inverter a sobrecarga fiscal e admitem vir a ficar-se por um acordo de incidência parlamentar», refere  o diário.Os centristas querem fazer valer os seus pontos de vista, para tentar manter a coligação de pé, mas se tal não se verificar este poderá ser o fim do Executivo atual conduzindo, no mínimo, a uma remodelação do Governo.O facto de Paulo Portas ter sido o único líder de partido que ainda não se pronunciou sobre as novas medidas de austeridade tem contribuído para a especulação sobre um clima de mal-estar na coligação de governo.Ainda ontem (quinta-feira à noite), Passos Coelho disse em entrevista à RTP que tudo está bem com o parceiro de coligação, sugerindo que as novas medidas de austeridade foram preparadas com Pedro Mota Soares (CDS-PP), titular da pasta da Previdência.
Hoje,Diário Digital

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ministério Público intercepta conversa de Portas no caso dos submarinos


O Ministério Público interceptou, em Outubro de 2009, conversas telefónicas em que o líder do CDS-PP, então ministro da Defesa, Paulo Portas, falou sobre o negócio dos submarinos, segundo avança hoje o Diário de Notícias.
De acordo com aquele jornal, a voz ou o nome de Paulo Portas surgem em escutas feitas aos telefones de Pedro Brandão Henriques, ex-deputado do CDS-PP, que na altura trabalhava na Portugal Telecom (PT), e constam do processo já arquivado sobre o advogado Bernardo Ayala, que coordenou a equipa que representou o Estado no negócio dos submarinos. Os contactos ocorreram após buscas realizadas a Brandão Henriques, que acompanhou o processo de compra dos submarinos, sobretudo a questão das contrapartidas.Numa das chamadas, Portas pede a Brandão Henriques para agendar uma conversa de café sobre o tema dos submarinos. Antes disso, o então ministro da Defesa tinha pedido, através de uma secretária, para falar com o colega de partido por um número fixo, mas tanto o telefone fixo como o telemóvel de Brandão Henriques estavam sob escuta. Noutra conversa com uma terceira pessoa, Brandão Henriques diz que Portas lhe tinha enviado uma mensagem de telemóvel a aconselhá-lo a mudar de número de telefone.Os dois contactos foram considerados relevantes pelo juiz Carlos Alexandre, que mandou transcrever o teor das conversas.
31.08.2012 - 11:30 Por:Público