Em entrevista à TVI o bispo D.Januário Torgal Ferreira insiste em palavras duras como punhos, referindo-se a certos membros de do governo que acusa de actos de corrupção,como se pode ler no Público
"Bispo das Forças Armadas diz que o dinheiro em Portugal tem sido usado «para muito disparate e muita injustiça» e para o favorecimento de alguns, o que pode levar à queda do Governo. D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas, diz que já começa a sentir a dor «que antecede as quedas de regime». Depois de se saber que em 2010 um em cada quatro portugueses vivia em risco de pobreza ou exclusão social, Januário Torgal Ferreira garante que existe dinheiro, mas este tem sido mal usado. D. Januário Torgal Ferreira disse, em declarações à TSF, que começa a sentir a dor «que antecede as quedas de regime». «Não me admira que, de escombro em escombro, este Governo pudesse ter horas contadas. Neste momento, em que ainda não fez um ano [no poder], isso seria uma tristeza para um país que não sabe consolidar e fomentar a devida estabilidade», considerou. D.Januário Torgal Ferreira lamentou que os pobres só entrem na agenda política em época de eleições, frisando que o Orçamento do Estado bem como os orçamentos das autarquias deviam colocar os pobres em primeiro lugar. «A questão social é vista no país como uma solidariedade ultrajante», com alguns a olharem de cima para baixo, sempre com receio que os mais pobres «subam demais», analisou. Esta situação, avisou, pode levar à desordem social, até porque «quem semeia ventos colhe tempestades, quem semeia injustiças não terá paz». Avançando que não quer ser piegas, o bispo Januário Torgal Ferreira explicou que se sente «desassossegado» com o panorama de miséria, de pobreza e de instabilidade, perante a política rigorosa do corte e da «insensibilidade»".
Na guerra entre os EUA e a Espanha, a propósito da despótica colonização espanhola de Cuba, ocorreu o episódio que deu origem à frase “Levar a carta a Garcia”, divulgada por Elbert Hulbard em 1899. O presidente americano, Mackinley, precisou de contactar com um dos chefes da guerrilha cubana, o general Garcia. Chamou um tal Soldado Rowan e passou-lhe uma carta para ser entregue, em Cuba, ao comandante rebelde. Pelo que se conta, Rowan, sem nada perguntar, meteu a missiva numa bolsa impermeável e partiu para Cuba. Percorreu montes e vales, selvas e praias, mas, quatro dias depois, entregou a carta a Garcia e regressou aos EUA para dar conta do cumprimento da missão ao seu presidente. É este o sentido da expressão que dá título a este blogue: “Cumprir eficazmente uma missão, por mais difícil ou impossível que possa parecer”. (in Ciberdúvidas)