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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Défice no primeiro semestre atingiu os 6,8% do PIB


O défice orçamental nos primeiros seis meses do ano atingiu os 6,8 por cento do Produto Interno Bruto, em contabilidade nacional, correspondente a -5.597 milhões de euros.
No destaque com as Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional, o Instituto Nacional de Estatística (INE) explica que «embora se tenha verificado uma redução significativa da despesa corrente, o saldo corrente não evidenciou melhoria em consequência da evolução negativa da receita corrente».O INE diz que, no que diz respeito à recente corrente em termos homólogos, as variações mais significativas «verificaram-se ao nível dos impostos sobre a produção e a importação e das contribuições sociais».A meta original para o final deste ano acordada com a 'troika' era de 4,5 por cento do PIB, mas foi revista na quinta avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) com a 'troika' para 5 por cento.Nos primeiros seis meses de 2011 o défice orçamental em contabilidade nacional atingia os 8,2 por cento do PIB.
Hoje-TSF

sábado, 1 de setembro de 2012

Défice de 6,9% no primeiro semestre


O défice orçamental de Portugal no primeiro semestre do ano ter-se-á situado nos 6,9%, calcula a Unidade Técnica de Apoio Orçamental. Segundo o relatório, a confirmar-se esta estimativa, "as medidas de consolidação actualmente previstas não deverão ser suficientes".
De acordo com um relatório sobre a execução orçamental dos sete primeiros meses do ano enviado aos deputados pelos técnicos independentes que trabalham junto do Parlamento, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) calcula que o défice no primeiro trimestre do ano em contabilidade nacional se tenha situado entre os 6,7% e os 7,1%.A primeira estimativa em contabilidade nacional para o défice dos primeiros seis meses do ano será divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística no final deste mês.
A análise diz ainda, tal como já reconheceu o Governo, que "a confirmar-se esta estimativa, as medidas de consolidação actualmente previstas não deverão ser suficientes para assegurar o cumprimento do objectivo para o défice orçamental de 2012", de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Sobre o resto do ano, em termos de contabilidade pública (fluxos de caixa, calculados mensalmente pela Direcção-Geral do Orçamento), a UTAO alerta para o perfil histórico do défice, que tradicionalmente sofre um grande agravamento no último trimestre do ano, numa altura em que as contas do Estado já estão longe do objectivo com que se comprometeram com a troika composta pelo Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu. "A execução orçamental do último trimestre do ano é que assume especial relevância, uma vez que nesse período o défice orçamental costuma registar um agravamento muito significativo (na ordem dos 5,5 mil milhões de euros, considerando a média dos últimos três anos, sem medidas 'one-off' [extraordinárias, não repetíveis]", escreve a unidade, reconhecendo que se espera ainda o efeito da suspensão dos subsídios de Natal dos funcionários públicos e dos pensionistas no final do ano.
01.09.2012 - 13:18 Por: Lusa/Público

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Défice orçamental agrava-se no primeiro trimestre e atinge 7,9% do PIB


O défice orçamental no primeiro trimestre agravou-se para 7,9 por cento do PIB, ficando acima da meta de 4,5 por cento prevista para o final do ano e acima dos 7,5 por cento verificados em igual período de 2011.
Segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o valor nominal do défice das Administrações públicas em contabilidade nacional - a óptica que conta para Bruxelas - atingiu os 3.217 milhões de euros, valor que compara com os 3.097 milhões de euros registados no final do primeiro trimestre do ano passado.
Analisando estes dados em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), verifica-se um agravamento dos 7,5 por cento do final do primeiro trimestre do ano passado para 7,9 por cento registados em 2012.
Hoje,11,25h-Diário Digital / Lusa

sábado, 24 de dezembro de 2011

Governo negoceia com 'troika' défice mais alto em 2012

Dn.pt-Hoje
Integração dos fundos de pensões põe défice sob pressão. Governo acredita que a 'troika' aceitará alteração do objectivo de 2012 - porque se trata de pagar dívidas e não de um alívio dos cortes na despesa

Foi no Conselho de Ministros informal de domingo que o Governo decidiu antecipar o anúncio de que haverá um Orçamento Rectificativo no início do próximo ano.

A ideia é não deixar passar a imagem de que há um problema na execução do Orçamento. Mas é preciso ainda assegurar que a troika aceite que o défice do próximo ano fique um pouco acima do que está fixado no Memorando.

No Executivo, a convicção geral é que isto será aceite, por não ser um aliviar do cinto mas do pagamento de dívidas do Estado, que não se repete em 2013. O líder do PS, António José Seguro, diz-se "surpreendido". E há ainda outro problema: se até final do ano não houver acordo entre Passos Coelho e Jardim sobre o plano de resgate, a Madeira pode entrar em colapso financeiro.

sábado, 1 de outubro de 2011

Miguel Relvas: Portugal vai cumprir défice de 5,9% em 2011

O ministro-adjunto Miguel Relvas garantiu hoje que Portugal vai cumprir este ano o défice de 5,9 por cento acordado com a troika, apesar da dívida pública da Madeira e do défice orçamental registado nos primeiros seis meses.


«Temos que atingir os nossos objetivos que são particularmente delicados. Portugal não pode errar e o Governo tem consciência disso, sabe que só muito rigor e exigência é que atingiremos os nossos objetivos», disse o governante.


«Dia 15 de outubro será apresentado o Orçamento de Estado para o próximo ano, em que ficará bem claro aquelas que são as linhas orientadoras, sabendo nós que Portugal tem de ter este ano um défice de 5,9 por cento e que vamos cumprir esse objetivo», disse o ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares à margem de uma sessão solene na Câmara de Poiares, antes de inaugurar um centro educativo naquele concelho.


Diário Digital / Lusa