sábado, 1 de setembro de 2012

RTP: Cavaco nega que haja proposta oficial e recusa comentar declarações de consultores

O Presidente da República negou hoje que haja uma proposta oficial sobre o futuro da RTP, dizendo que se houvesse, teria sido informado, e escusou-se a comentar «declarações de consultores do Governo».
«Não tenho conhecimento de que exista alguma proposta oficial. O Presidente da República, como é óbvio, não comenta declarações de consultores do Governo», afirmou aos jornalistas.
Cavaco Silva falava à imprensa à margem da Taça Portugal Solidário, que se realiza no Oceânico Victoria Clube de Golfe, em Vilamoura, um torneio com o alto patrocínio da Presidência da República.
Diário Digital / Lusa-Hoje

A atual crise é "duradoura" e não há "atalhos" ou "milagres",diz Vital Moreira

O socialista Vital Moreira avisou hoje que a atual crise é "duradoura", para cujo fim não há "atalhos" ou "milagres", garantindo ser "a primeira vez" em que não existem perspetivas de uma vida melhor para as novas gerações.
"Esta será a primeira vez em que os nossos filhos não têm a garantia de viver melhor do que nós. E isto é uma mudança terrível", assegurou.O eurodeputado discursava, durante a tarde, no painel sobre "Sociedades Coesas" na Universidade de Verão do PS, que está a decorrer em Évora, até domingo.
Perante a plateia de "alunos", Vital Moreira reconheceu ser "um dos seniores" presentes, nascido em 1944, numa altura em que, lembrou, "ainda havia racionamento neste país".Contudo, até este momento, comparou, nunca tinha existido este sentimento de maiores dificuldades para as gerações futuras."A nossa ideia positiva, progressista, de que cada geração vive melhor do que a anterior vai ser contrariada, porque esta crise já vai em quatro anos e, não tenhamos dúvidas, não há atalhos para o fim da crise", alertou.O eurodeputado do PS reconheceu que "não há crises que durem sempre" e esta não vai ser exceção, mas também "não vai ser solucionada amanhã, nem depois de amanhã"."Vai demorar ainda muito tempo e os sacrifícios que estamos a passar podem diminuir ligeiramente dentro de meses ou um ano ou dois. Mas não há atalhos, nem há milagres. Convençamo-nos que, de facto, estamos a passar uma crise duradoura", frisou.As sociedades, disse, podem "tolerar níveis de desigualdade relativamente elevados", mas tal só acontece se houver "a perceção de que o futuro, a curto prazo e a médio prazo, pode mudar"."E de que há uma escala social ascendente, de que as pessoas, os nossos filhos, viverão melhor do que nós e de que o nosso emprego futuro pode ser melhor do que o anterior", acrescentou.
Um cenário que está ausente da realidade atual, afirmou, porque esta crise "é, sobretudo, acerca do emprego e da falta de perspetivas de emprego".
por: Lusa/dn.pt, Ricardo Simões Ferreira-Ontem

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ministério Público intercepta conversa de Portas no caso dos submarinos


O Ministério Público interceptou, em Outubro de 2009, conversas telefónicas em que o líder do CDS-PP, então ministro da Defesa, Paulo Portas, falou sobre o negócio dos submarinos, segundo avança hoje o Diário de Notícias.
De acordo com aquele jornal, a voz ou o nome de Paulo Portas surgem em escutas feitas aos telefones de Pedro Brandão Henriques, ex-deputado do CDS-PP, que na altura trabalhava na Portugal Telecom (PT), e constam do processo já arquivado sobre o advogado Bernardo Ayala, que coordenou a equipa que representou o Estado no negócio dos submarinos. Os contactos ocorreram após buscas realizadas a Brandão Henriques, que acompanhou o processo de compra dos submarinos, sobretudo a questão das contrapartidas.Numa das chamadas, Portas pede a Brandão Henriques para agendar uma conversa de café sobre o tema dos submarinos. Antes disso, o então ministro da Defesa tinha pedido, através de uma secretária, para falar com o colega de partido por um número fixo, mas tanto o telefone fixo como o telemóvel de Brandão Henriques estavam sob escuta. Noutra conversa com uma terceira pessoa, Brandão Henriques diz que Portas lhe tinha enviado uma mensagem de telemóvel a aconselhá-lo a mudar de número de telefone.Os dois contactos foram considerados relevantes pelo juiz Carlos Alexandre, que mandou transcrever o teor das conversas.
31.08.2012 - 11:30 Por:Público

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Concessão da RTP serve o "cluster mediático laranja", diz Edite Estrela

A eurodeputada socialista, Edite Estrela, acusou nesta quinta-feira o Governo de preparar uma ofensiva contra a pluralidade mediática com a intenção de concessionar a RTP1 a privados.No arranque da Universidade de Verão do PS, em Évora, a socialista afirmou que "tudo leva a crer que a concessão visa o reforço do cluster mediático laranja.”
Depois de se manifestar contra o modelo proposto, virou-se contra a solução colocada em cima da mesa pelo consultor do Governo para as privatizações, António Borges."Com a concessão da RTP e o acabar do serviço público de televisão e de rádio, essa influência pode ainda ser reforçada ao nível da propriedade e do comentário. Eu sou pelo pluralismo e pelo serviço público de televisão e, portanto, este modelo não me agrada", afirmou.A eurodeputada fez o discurso de arranque da universidade de Verão do PS que vai decorrer na cidade alentejana até ao próximo domingo.O tema inicial - a debater durante a noite desta quinta-feira - versa sobre a Europa, a propósito do qual Estrela aproveitou para denunciar a "crise de liderança e de confiança" dos actuais líderes europeus, ao mesmo tempo que reiterou as propostas dos socialistas europeus para a saída da "crise de financiamento de alguns países europeus": agências de notação financeira europeias, eurobonds e um imposto sobre as transacções financeiras.
30.08.2012 - 20:47 Por:Público/Nuno Sá Lourenço

AICEP assina contratos de 100 milhões que vão criar 230 empregos


A Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) assina na quinta-feira contratos relativos a três projetos de investimento da Douro Azul, Santos Barosa e Royal Óbidos, no valor de 100,3 milhões de euros.
Em declarações à Lusa, fonte da AICEP adiantou que estes três projetos de investimento representam a criação de mais de 230 postos de trabalho, celebrados no âmbito do regime contratual de investimento por candidatura ao Sistema de Incentivos de Inovação.
Os contratos serão assinados pelo presidente AICEP, Pedro Reis, e responsáveis das empresas Douro Azul, Sociedade Marítimo-Turística SA, Santos Barosa - Vidros SA e a Royal Óbidos, Promoção e Gestão Imobiliária e Turística SA.
O projeto da Douro Azul tem como objetivo a consolidação de um segmento de mercado considerado de alto valor acrescentado, através da oferta inovadora de serviços aliada à realização de cruzeiros turísticos em barco-hotel, com a valorização e promoção dos recursos endógenos da região duriense.
No caso da Santos Barosa, empresa criada em 1889 e a segunda maior produtora nacional de vidro de embalagem, que explora a maior fábrica ibérica do setor, o projeto de investimento assenta na construção de um forno, que vai introduzir processos novos nas linhas de produção no fabrico de embalagens de vidro, através de tecnologias avançadas e de I&D interno.
"O projeto fomenta ainda as vocações e potencialidades de uma região que já constitui um 'cluster' vidreiro nacional e prevê a manutenção de um elevado número de postos de trabalho assim como um aumento da sua qualificação", adiantou a mesma fonte.
O projeto de investimento da Royal Óbidos tem como objetivo a construção em Vau, no concelho de Óbidos, de um empreendimento turístico integrado, com um hotel de cinco estrelas, campo de golfe de 18 buracos e um SPA.
Este projeto poderá ter um efeito de arrastamento, dinamizando pequenas e médias empresas da região e, consequentemente, criando postos de trabalho indiretos.
Dinheiro Vivo-Hoje

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Vanessa da Mata -- Boa sorte / Good Luck (em estúdio com Ben Harper) -- Vídeo oficial

 

Vanessa da Mata -- Boa sorte / Good Luck (em estúdio com Ben Harper) -- Vídeo oficial
Vídeo retirado do DVD Vanessa da Mata -- Multishow ao vivo