Este tema vai certamente fazer correr muita tinta. Até porque há diferenças abismais sobre aquilo que se passa em Cuba e o que se passa em Portugal. É um “bom” argumento para os adeptos dos despedimentos na função pública, pois até os sindicalistas adeptos do regime Cubano vão ter grande dificuldade em rebatê-lo.
A comparação entre um e outro País (qualquer que seja) é sempre problemática dadas as diferenças existentes. Creio que Portugal chegou à situação delicada em que se encontra entre várias razões, uma delas foi o não ter encontrado o seu próprio caminho, naturalmente integrado na Europa, mas valorizando o que temos (ou tínhamos) em termos de meios humanos, capacidade produtiva e recursos naturais.
Sobre a problemática do excessivo ou não, numero de funcionários públicos, a questão passa pela incapacidade de fazer cumprir a regra do “sai 2 entra 1” e se nalguns sectores até possa ter acontecido, noutros como nas empresas municipais parece que o que aconteceu foi o contrário, saiu 1 e entraram 2, 3 ou 4. Abraço
A notícia existe, foi dada pela federação dos Sindicatos de Cuba.Chamou-me a atenção porque é o reconhecimento de que aquele paradigma económico, social e político está esgotado e vai fazer sofrer os operários e camponeses que viviam na ilusão da segurança do trabalho para o estado. O Raúl Castro já abordara de forma sinuosa que os despedimentos iriam ter de suceder e fê-lo há mais de 4 meses. Por outro lado, Cuba e os seus dirigentes rendem-se às regras do capitalismo e da iniciativa privada... Desejo que os cidadãos de Cuba possam assumir nas suas mãos a resolução dos seus magnos problemas...por exemplo, os chineses,quando depararam com o irremediável, mudaram de rumo...e parece que estão a ter êxito... mas as opções económicas já não são as do "socialismo de estado"... Abraço,
Caro Osvaldo
ResponderEliminarEste tema vai certamente fazer correr muita tinta. Até porque há diferenças abismais sobre aquilo que se passa em Cuba e o que se passa em Portugal.
É um “bom” argumento para os adeptos dos despedimentos na função pública, pois até os sindicalistas adeptos do regime Cubano vão ter grande dificuldade em rebatê-lo.
A comparação entre um e outro País (qualquer que seja) é sempre problemática dadas as diferenças existentes. Creio que Portugal chegou à situação delicada em que se encontra entre várias razões, uma delas foi o não ter encontrado o seu próprio caminho, naturalmente integrado na Europa, mas valorizando o que temos (ou tínhamos) em termos de meios humanos, capacidade produtiva e recursos naturais.
Sobre a problemática do excessivo ou não, numero de funcionários públicos, a questão passa pela incapacidade de fazer cumprir a regra do “sai 2 entra 1” e se nalguns sectores até possa ter acontecido, noutros como nas empresas municipais parece que o que aconteceu foi o contrário, saiu 1 e entraram 2, 3 ou 4.
Abraço
Meu Caro Folha Seca,
ResponderEliminarA notícia existe, foi dada pela federação dos Sindicatos de Cuba.Chamou-me a atenção porque é o reconhecimento de que aquele paradigma económico, social e político está esgotado e vai fazer sofrer os operários e camponeses que viviam na ilusão da segurança do trabalho para o estado.
O Raúl Castro já abordara de forma sinuosa que os despedimentos iriam ter de suceder e fê-lo há mais de 4 meses.
Por outro lado, Cuba e os seus dirigentes rendem-se às regras do capitalismo e da iniciativa privada...
Desejo que os cidadãos de Cuba possam assumir nas suas mãos a resolução dos seus magnos problemas...por exemplo, os chineses,quando depararam com o irremediável, mudaram de rumo...e parece que estão a ter êxito... mas as opções económicas já não são as do "socialismo de estado"...
Abraço,