Músicas de Abril(2) "A morte saiu à rua", por Zeca Afonso
Zeca Afonso, em homenagem ao pintor e resistente antifascista, José Dias Coelho, morto a tiro pela PIDE(polícia política), à traição, nas ruas de Lisboa.
Caro Osvaldo Continuando, Vivências de Abril: Uma canção do Zeca...Uma justa homenagem, também, ao artista plástico José Dias Coelho. Salazar pretendeu captar a simpatia e a adesão da intelectualidade portuguesa, mas cada vez mais os intelectuais estavam contra o regime. Hoje, felizmente, os nossos melhores escritores, artistas e cientistas reconhecem plenamente toda a extensão do crime perpetrado pela odiosa ditadura. Abraço Amigo Ana Brito
Pois, Salazar e o fascismo "puxavam da pistola quando ouviam falar de arte...".No caso não se tratava apenas de arte, Dias Coelho era um resistente que entregou a sua vida às melhores causas da sua Pátria. Obrigado pelas S/ palavras. Abraço Amigo,
Como bem sabe, só se constrói o futuro se se tiver um conta a experiência do passado...Para isso a memória histórica é fundamental. Basta ver a sofreguidão que dela têm as novas gerações.Só assim, com a memória e a prática da luta se conseguirá dar novo viço aos cravos... Depois, há heróis que não devem ser esquecidos.O Zeca é um deles. Obrigado pelas S/ palavras. Abraço,
Felizmente há ainda muitos que querem perpetuar memórias em nome dos valores que os cravos representaram e continuam a representar. Cumprimentos. Volte sempre e obrigado pelas S/ palavras.
Caro Osvaldo
ResponderEliminarContinuando, Vivências de Abril: Uma canção do Zeca...Uma justa homenagem, também, ao artista plástico José Dias Coelho.
Salazar pretendeu captar a simpatia e a adesão da intelectualidade portuguesa, mas cada vez mais os intelectuais estavam contra o regime.
Hoje, felizmente, os nossos melhores escritores, artistas e cientistas reconhecem plenamente toda a extensão do crime perpetrado pela odiosa ditadura.
Abraço Amigo
Ana Brito
Cara Ana Brito,
ResponderEliminarPois, Salazar e o fascismo "puxavam da pistola quando ouviam falar de arte...".No caso não se tratava apenas de arte, Dias Coelho era um resistente que entregou a sua vida às melhores causas da sua Pátria.
Obrigado pelas S/ palavras.
Abraço Amigo,
Caro Carlos Barbosa de Oliveira,
ResponderEliminarComo bem sabe, só se constrói o futuro se se tiver um conta a experiência do passado...Para isso a memória histórica é fundamental. Basta ver a sofreguidão que dela têm as novas gerações.Só assim, com a memória e a prática da luta se conseguirá dar novo viço aos cravos...
Depois, há heróis que não devem ser esquecidos.O Zeca é um deles.
Obrigado pelas S/ palavras.
Abraço,
Enquanto houver que perpetue estas memórias, os cravos não murcharão...
ResponderEliminarABRIL, SEMPRE!
ResponderEliminarDesejo-lhe um bom fim-de-semana.
Caro Rogério Pereira,
ResponderEliminarFelizmente há ainda muitos que querem perpetuar memórias em nome dos valores que os cravos representaram e continuam a representar.
Cumprimentos. Volte sempre e obrigado pelas S/ palavras.
Caro Zé Lérias,
ResponderEliminarSim, junto a minha à S/ voz...
ABRIL SEMPRE!
Abraço,