O que verdadeiramente espanta é como, o que devia ser um escol de juristas sentados à mesa do orçamento, perdão, do Parlamento, não se coíba de solicitar ao PGR o conteúdo de escutas que sabiam terem sido consideradas nulidades jurídicas. Palavra que quando estudei a Introdução ao Estudo do Direito, creio ter passado os olhos sobre a matéria...logo no 1º aninho... Tratava-se da apreciação de uma nulidade. Da análise de uma inexistência jurídica e material...Como é que julgavam poder fazê-lo? Apagando quantos séculos de teoria do direito?
O que verdadeiramente espanta é como, o que devia ser um escol de juristas sentados à mesa do orçamento, perdão, do Parlamento, não se coíba de solicitar ao PGR o conteúdo de escutas que sabiam terem sido consideradas nulidades jurídicas.
ResponderEliminarPalavra que quando estudei a Introdução ao Estudo do Direito, creio ter passado os olhos sobre a matéria...logo no 1º aninho...
Tratava-se da apreciação de uma nulidade. Da análise de uma inexistência jurídica e material...Como é que julgavam poder fazê-lo?
Apagando quantos séculos de teoria do direito?
Caro MFerrer,
ResponderEliminarClaro, mas a verdade é que o fizeram em nome da barganha política e, sabe-se lá,se também por serem ilustres ignaros...
Abraço.
OC