Visitar o teu blogue já se tornou um vicio diário. Ao ver e ouvir o teu post desta noite, senti um misto de alegria e tristeza, respectivamente por ver que apesar das altas responsabilidades que exerces mantens a capacidade e humildade para usares este meio para lembrar o Adriano, a tristeza foi inspirada pela própria canção e pelo esquecimento em que a nossa sociedade deixou cair este grande cantor. Obrigado por este momento. Abraço
O Adriano merece estas recordatórias e ontem era dia do seu aniversário...como sabes, desde Coimbra, éramos muito amigos e assim nos mantivemos até ele ter partido... Um abraço pela Tua Amizade. OC
Caro Osvaldo Pouco tempo depois de eu ter chegado a Coimbra, 1975, um amigo, o Fernando, professor da Faculdade de Letras, em conversa de café, no Tropical (Praça da República),contou-me esta história: nas noites frias em Coimbra e para manter as mãos quentes, os instrumentistas colocavam umas pedras ao lume para aquecer as mãos e para facilitar o dedilhar. Contudo, era necessário que alguém transportasse os instrumentos e o Adriano era uma espécie de "aguadeiro" na medida em que era o homem que levava a viola do Moreirinhas para que este pudesse manter as suas mãos quentes. Parece que um dia terá havido uma serenata em que o cantor faltou e como alternativa Adriano teve que cantar porque conhecia as letras todas. Todos os elementos do grupo ficaram surpresos, foi uma conquista para Adriano, porque teve a oportunidade de passar a integrar o grupo. O meu amigo Fernando, que me contou esta história, também é seu conhecido, e a ser verdade...aqui fica a minha singela homenagem a um vulto português: Adriano Correia de Oliveira. Abraço Amigo Ana Brito
Ir em procura da árvore é o que vala a pena que o Congresso do PSD está morno, mas com ameças...o Miguel Frasquilho já quer reduzir os salários e as pensões da função pública.
Cara Ana Brito, Conheço a "estória" e o divulgador que presumo ser o ex-Magnífico Reitor, Prof. Fernando Rebelo, pessoa que muito estimo também. Sim, o Adriano, às vezes, levava a viola do Durval Moreirinhas, mas o que contou é que os instrumentistas cedo repararam que o Adriano tinha uma voz poderosa e um verdadeiro sentido da interpretação da Canção de Coimbra,fosse fado ou balada. Abraço Amigo,
Caro Osvaldo
ResponderEliminarVisitar o teu blogue já se tornou um vicio diário. Ao ver e ouvir o teu post desta noite, senti um misto de alegria e tristeza, respectivamente por ver que apesar das altas responsabilidades que exerces mantens a capacidade e humildade para usares este meio para lembrar o Adriano, a tristeza foi inspirada pela própria canção e pelo esquecimento em que a nossa sociedade deixou cair este grande cantor.
Obrigado por este momento.
Abraço
Caro Folha Seca,
ResponderEliminarO Adriano merece estas recordatórias e ontem era dia do seu aniversário...como sabes, desde Coimbra, éramos muito amigos e assim nos mantivemos até ele ter partido...
Um abraço pela Tua Amizade.
OC
...e continua a somar pontos!
ResponderEliminarRoubou-me a canção, devolveu-me as memórias. Está perdoado.
Vou ter com uma árvore, até amanhã...
Caro Osvaldo
ResponderEliminarPouco tempo depois de eu ter chegado a Coimbra, 1975, um amigo, o Fernando, professor da Faculdade de Letras, em conversa de café, no Tropical (Praça da República),contou-me esta história: nas noites frias em Coimbra e para manter as mãos quentes, os instrumentistas colocavam umas pedras ao lume para aquecer as mãos e para facilitar o dedilhar. Contudo, era necessário que alguém transportasse os instrumentos e o Adriano era uma espécie de "aguadeiro" na medida em que era o homem que levava a viola do Moreirinhas para que este pudesse manter as suas mãos quentes. Parece que um dia terá havido uma serenata em que o cantor faltou e como alternativa Adriano teve que cantar porque conhecia as letras todas. Todos os elementos do grupo ficaram surpresos, foi uma conquista para Adriano, porque teve a oportunidade de passar a integrar o grupo. O meu amigo Fernando, que me contou esta história, também é seu conhecido, e a ser verdade...aqui fica a minha singela homenagem a um vulto português: Adriano Correia de Oliveira.
Abraço Amigo
Ana Brito
Ao Rogério Pereira,
ResponderEliminarIr em procura da árvore é o que vala a pena que o Congresso do PSD está morno, mas com ameças...o Miguel Frasquilho já quer reduzir os salários e as pensões da função pública.
Cara Ana Brito,
ResponderEliminarConheço a "estória" e o divulgador que presumo ser o ex-Magnífico Reitor, Prof. Fernando Rebelo, pessoa que muito estimo também.
Sim, o Adriano, às vezes, levava a viola do Durval Moreirinhas, mas o que contou é que os instrumentistas cedo repararam que o Adriano tinha uma voz poderosa e um verdadeiro sentido da interpretação da Canção de Coimbra,fosse fado ou balada.
Abraço Amigo,
gggggggg
ResponderEliminarOlá, Maria Estrela,
ResponderEliminarSuponho que a tua simbologia se deve traduzir por saudade, mas também por aprovação.
Abraço