Caro Osvaldo, Obrigado por esta magnífica escolha!... é, de facto, uma das melhores execuções femininas do flamenco que já me foi dado ver! Receba o meu abraço amigo pelos bons momentos que aqui nos permite fruir.
Sara Baras é considerada uma espécie de primeira Dama das balaoras de flamenco. E apesar de termos sido eliminados pelos espanhóis, agora, quem fica, senão a Espanha?O Brasil e a Argentina já partiram...E entre Alemanha e Holanda venha o diabo que escolha...E penso que o Uruguai nos diz pouco... Obrigado, Abraço Amigo e solidário... OC
Caro Amigo Osvaldo Natália Correia considerava Espanha e Portugal como inseparáveis macho e fêmea e como que num jogo de espelhos salientavam-se os contrastes e as cumplicidades. Sara Baras, uma excelente opção do Meu Amigo, tem a capacidade de transmitir a mesma emoção e sentimento num grande palco como se poderia encontrar em um flamenco íntimo convívio. Faz uma abordagem espontânea em função da dança, o seu estilo é racionalizar, substituindo o fluxo e vestidos de babados com um visual mais clássico. Um Grande e Amigo Abraço. Ana Brito
Caro Osvaldo,
ResponderEliminarObrigado por esta magnífica escolha!... é, de facto, uma das melhores execuções femininas do flamenco que já me foi dado ver!
Receba o meu abraço amigo pelos bons momentos que aqui nos permite fruir.
Cara Ana Paula Fitas,
ResponderEliminarSara Baras é considerada uma espécie de primeira Dama das balaoras de flamenco. E apesar de termos sido eliminados pelos espanhóis, agora, quem fica, senão a Espanha?O Brasil e a Argentina já partiram...E entre Alemanha e Holanda venha o diabo que escolha...E penso que o Uruguai nos diz pouco...
Obrigado,
Abraço Amigo e solidário...
OC
Caro Amigo Osvaldo
ResponderEliminarNatália Correia considerava Espanha e Portugal como inseparáveis macho e fêmea e como que num jogo de espelhos salientavam-se os contrastes e as cumplicidades.
Sara Baras, uma excelente opção do Meu Amigo, tem a capacidade de transmitir a mesma emoção e sentimento num grande palco como se poderia encontrar em um flamenco íntimo convívio. Faz uma abordagem espontânea em função da dança, o seu estilo é racionalizar, substituindo o fluxo e vestidos de babados com um visual mais clássico.
Um Grande e Amigo Abraço.
Ana Brito