sábado, 28 de agosto de 2010

Protestos em mais de 100 cidades contra a morte por apedrejamento no Irão

8 comentários:

  1. Estamos perante a barbárie mais repelente, mais indigna, mais vil, que se apresenta sob a forma de aplicação de preceitos religiosos e, no fundo, apenas esconde uma percepção da realidade baseada na desigualdade em relação à mulher, atavismo do mais primitivo. Preconceito que se arrasta desde os primórdios dos humanos, onde prevalecia a força física para sobreviver. De intelecto castrado, exibindo perante o mundo a bestialidade dos seus preceitos, pretende a todo o custo apresentá-los como se de elevação moral se tratasse. Todo o amor será proibido, toda a sensualidade condenada. E ainda vem reclamar de «assuntos internos do estado iraniano». A ser assim, ainda havia provavelmente escravatura.
    Não, ninguém pode ficar indiferente!
    Repugnante!

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  2. Obrigado, caro amigo!... por cá, também marcámos presença :) mas, é preciso muito, muito mais mobilização...
    Um abraço fraterno e solidário.

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  3. Caro Amigo Osvaldo
    Que a intensa pressão internacional, incluindo Lisboa, constitua um motivo de revisão como se faz justiça nestes casos, e que a mobilização da opinião pública, sentida tão fortemente na Europa, ajude à reprovação colectiva da delapidação em prol dos Direitos Humanos, da luta contra o conservadorismo e da agressividade, do castigo cruel, desumano e degradante.
    Não podemos pactuar e devemos erguer as nossas vozes contra esta forma exponencialmente bárbara de crimes contra a humanidade.
    Um Abraço com Amizade.
    Ana Brito

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  4. Caro Osvaldo

    Por muito pouco que possamos fazer, é sempre possível dar o nosso contributo, por muito modesto que seja para que a nossa voz se junte a muitas outras e fazer-nos ouvir como um todo, na luta contra a barbarie, tenha ela o tom e a justificação que tiver.
    Abraço

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  5. Caro Bettencourt de Lima,

    É disso mesmo que se trata, da incomensurável barbárie escondida por trás da religião e dos costumes.Repugnante,como diz, é a palavra certa para qualificar o critério de inferioridade em que as mulheres iranianas, e outras de zonas geográficas próximas, são colocadas, por puro preconceito conservador.
    Cumprimentos,
    Osvaldo Castro

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  6. Cara Ana Paula Fitas,

    Eu tive oportunidade de a ver brevemente na TV, acompanhando a manifestação. Era expectável, tendo em conta o seu patamar de exigência e de coerência nestas matérias.
    Abraço Amigo,

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  7. Cara Ana Brito,

    Só a pressão internacional pode retirar as pedras das mãos dos carniceiros iranianos. No início de Setembro vão verificar-se mais protestos e manifestações de índole internacional.Temos de estar atentos e de ajudar como pudermos...
    Abraço Amigo,

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  8. Caro Folha Seca,

    É isso mesmo, temos de contribuir, como sempre o fizemos, em favor de causas que defendam os direitos humanos e a igualdade entre os cidadãos.Os nossos blogues também são uma arma, pequena, é certo, mas que se junta e ajuda a fazer opinião publicada...
    Abraço,

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