sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Assembleia da República assinalou o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres

A Assembleia da República, sob proposta da Subcomissão de Igualdade da Comissão da Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, assinalou o dia 25 de Novembro – Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres – com a instalação de uma tela evocativa, sob o lema “NÃO à violência contra as Mulheres”, no Andar Nobre do Palácio de S. Bento.

O presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, deputado Osvaldo Castro, e a presidente da Subcomissão de Igualdade, deputada Teresa Morais, desencadearam a iniciativa às 9h45 do dia 25 de Novembro, quinta-feira, apondo a impressão das suas mãos e respectivas assinaturas na tela, na presença de inúmeros deputados que de forma empenhada aderiram à iniciativa apondo também a sua impressão palmar e assinatura na respectiva tela.

O resultado poderá ser visto no post acima.

4 comentários:

  1. Caro Osvaldo
    Escrevi (sem fazer a minima ideia desta iniciativa) de que não te limitavas a postar aquela canção dos Polo Norte. Ficaria mais feliz se estes dias fossem apenas simbólicos, mas infelizmente sabemos que não. Muito há a fazer. É bom sentir (e apesar de tudo reconfortante) que parte considerável desses 250 homens e mulheres que estão aí na casa da Democracia, ainda são sensíveis ao que se passa cá por fora, no mundo real.
    Abraço

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  2. Caro Osvaldo,
    Momento raro e impressivo.
    Fica demonstrado que é possível "dar" as mãos, de deputados de partidos diferentes, e pô-las ao serviço de uma boa causa: a denuncia e o combate à violência doméstica.
    Não seria, também, curial juntar as mesmas mãos e pô-las, outra vez, juntas...por Portugal?
    Abraço,
    J.A.

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  3. Caro Folha SEca,

    Foi na erdade uma iniciativa de grande significado e que envolveu deputados de todos os Partidos.A matéria justificava a criatividade que se lhe procurou imprimir!
    Abraço
    OC

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  4. Caro José Albergaria,

    Sim,claro,bem que gostaríamos de poder dar as mãos em muitas outras matérias, mas há certas clivagens de natureza ideológica e até interesses pessoais e partidários que nem sempre o permitem...
    Embora eu entenda que em defesa do país e dos portugueses, vale sempre a pena saltar barreiras ideológicas e procurar fazer pontes com quem quiser colaborar num sério programa de combate ao desemprego e à pobreza, o mesmo é dizer um programa apostado no crecimento sustentado da economia e que não ponha em causa as nossas responsabilidades em matéria de consolidação orçamental.
    Grande Abraço,
    Osvaldo Castro

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