Canção tão simples Quem poderá domar os cavalos do vento
quem poderá domar este tropel
do pensamento
à flor da pele?
Quem poderá calar a voz do sino triste
que diz por dentro do que não se diz
a fúria em riste
do meu país?
Quem poderá proibir estas letras de chuva
que gota a gota escrevem nas vidraças
pátria viúva
a dor que passa?
Quem poderá prender os dedos farpas
que dentro da canção fazem das brisas
as armas harpas
que são precisas?
Manuel Alegre
Caro Osvaldo...
ResponderEliminar... obrigado!... pela evocação, pelo poema e pela capa do CD!... reconfortam o coração.
Um abraço amigo e solidário.
Ana Paula Fitas,
ResponderEliminarEra o mínimo que podia fazer por alguém que ousou travar um combate cívico de magna dificuldade.
Abraço Amigo e Solidário
Caro Amigo Osvaldo
ResponderEliminarCom Manuel Alegre venceu a acção de pensar orientada para um saber que nos permitiu compreender as "coisas" para nos situarmos frente a elas e podermos actuar justamente.
Com Manuel Alegre venceu a faculdade pensante, a voz significativa, o equilíbrio e o primado da razão e da discussão que mantém viva a Democracia, a Cidadania e a Actualização da Conciência...
Manuel Alegre venceu com Razão Suficiente!!!
Grande Abraço com Amizade :)
Ana Brito
Caro Osvaldo
ResponderEliminarJunto-me a este obrigado a Manuel Alegre!
Abraço solidário
Caros Ana Brito e Folha Seca,
ResponderEliminarNão, não vamos esmorecer nos combates que teremos por diante. Vamos continuar com os projectos cívicos e políticos que norteiam o nosso modo de estar na vida.
Abraço Amigo,
Osvaldo castro