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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Número de desempregados com ensino superior cresceu


O número de indivíduos com formação superior inscritos como desempregados nos centros de emprego subiu em dez mil no espaço de um mês, segundo o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
As estatísticas mensais do IEFP revelam que o número total de desempregados inscritos nos centros de emprego chegou aos 683.557 em setembro, número 23,4 por cento superior ao que se verificava no mesmo mês do ano passado.
Destes desempregados, 93.430 têm o ensino superior. Em agosto, havia 83.497 licenciados no desemprego. Este aumento muito substancial poderá estar relacionado com a chegada ao mercado de trabalho em setembro de muitos estudantes que concluíram o curso.
O número de desempregados com ensino superior é superior em 45,2 por cento ao que se registava em setembro do ano passado.(LER AQUI)

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Bispos dizem que desemprego é um dos aspectos mais graves da crise

Os bispos portugueses consideram que o desemprego é “um dos aspectos mais graves” da actual crise económica do país, num momento que “está a ser difícil para muitos portugueses”.
Numa nota do conselho permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), que acaba de ser divulgada em Fátima, acrescenta-se que o direito ao trabalho “não deve ser concebido apenas como forma de manutenção económica, mas como meio de realização humana”. Intitulado Missão da Igreja num país em crise, o documento de duas páginas foi publicado no final da reunião mensal do conselho permanente da CEP. Sexta-feira, o patriarca de Lisboa (e presidente da CEP), D. José Policarpo, afirmara estar “muito preocupado com Portugal”. Antes dele, vários bispos tinham feito, em dias consecutivos, declarações duras contras medidas de austeridade anunciadas nas últimas duas semanas pelo Governo. Na nota, os bispos dizem que “a Igreja é sensível ao sofrimento de todos, particularmente dos mais pobres e dos desempregados, independentemente da fé que professam”. E acrescenta, sobre o desemprego, que ele “supõe um equilíbrio convergente de vários elementos: criatividade nas empresas, caminhos ousados no financiamento, diálogo social em que pessoas e grupos decidam dar as mãos, apesar das suas diferenças”.Referindo-se aos sistemas económico-financeiros, os bispos dizem que os “lucros das pessoas, das empresas e dos grupos devem orientar-se para o bem-comum de toda a sociedade”. A nota recorda o princípio, desde sempre defendido pela Igreja, da liberdade económica, “desde que as suas concretizações se submetam aos objectivos do bem-comum. (LER MAIS)

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Há 465 mil desempregados sem receber protecção social há 9 meses


Há quase um ano que se mantém um valor nunca antes observado de desprotecção social. As "culpas" vão para a explosão do desemprego, mas também para a política social que cortou apoios a quem precisava.
Há três trimestres consecutivos que Portugal regista uma média de 465 mil desempregados sem protecção social, o valor mais alto de sempre. No segundo trimestre deste ano, esse grupo representava 56% dos desempregados estimados pelo INE, um valor semelhante ao já verificado em 2011.
O número dos desempregados sem apoio social é estimado a partir dos valores publicados pelo INE, comparados com números recentemente divulgados pela Segurança Social sobre a protecção no desemprego. Por isso, não tem em conta quem não esteja abrangido pelo conceito estatístico de desempregado, seguido na UE. Ou seja, não inclui as 90,7 mil pessoas que querem um emprego, mas não o procuraram; os 217,4 mil interessados num emprego, mas que estão indisponíveis. De fora, também ficam os 261 mil trabalhadores em horário parcial e que gostariam de um completo (subemprego).(LER MAIS)
17.08.2012 - 17:13 Por:Público, J Ramos de Almeida

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Desemprego, Seguro acusa: "a receita do Governo falhou"

O secretário-geral do PS, António José Seguro, considerou hoje que os 15,2 por cento de desempregados registados em maio pelo Eurostat não surpreendem os portugueses e defendeu que a "receita do Governo falhou".
"A mim não me surpreende e à maioria dos portugueses também não, porque a receita que o Governo tem vindo a aplicar é uma receita que, entre outras, tem como consequência o elevar do número de desempregados no nosso país", afirmou António José Seguro.
Dados revelados hoje pelo Eurostat indicam que a taxa de desemprego em Portugal permaneceu nos 15,2 por cento em maio, valor idêntico ao de abril, subindo uma décima tanto na zona euro (11,1 por cento), como na União Europeia (10,3).
Os dados mais recentes do gabinete oficial de estatísticas da UE revelam que Portugal continua a ter das mais elevadas taxas de desemprego da Europa, apenas superada por Espanha (24,6) e Grécia (21,9, valor referente a março) - registando-se ainda uma taxa na Letónia de 15,3, mas também relativa a março -, sendo, no entanto, a primeira vez que nos últimos oito meses o desemprego não regista uma subida em Portugal, mantendo-se estável.
Questionado pelos jornalistas no final de uma visita ao Instituto de Medicina Molecular, Lisboa, o secretário-geral do PS defendeu que "é altura de o Governo perceber de uma vez por todas que a receita que se está a aplicar em Portugal e na qual está a persistir, falhou".
Seguro sustentou que "a receita é errada" porque conduz ao desemprego, ao empobrecimento dos portugueses, à destruição da classe média e a maiores dificuldades de acesso a cuidados de saúde.
por: Agência Lusa (editado por João Pedro Henriques)-Hoje

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Desemprego em Portugal sobe para 15,2% em abril, 36,6% entre os jovens

Portugal continua a registar uma subida da taxa de desemprego, que em abril se fixou nos 15,2 por cento, uma décima acima do mês anterior, tendo o desemprego jovem aumentado para os 36,3 por cento, revela o Eurostat.
Enquanto a taxa de desemprego geral subiu apenas uma décima, e porque o gabinete oficial de estatísticas da UE reviu os valores de março (15,1 por cento, quando antes estimara 15,3), já a taxa de desemprego entre os jovens com menos de 25 anos subiu, entre março e abril, sete décimas, dos 35,9 para os 36,6 por cento, sendo este novo valor mais de oito pontos percentuais superior àquele que se observava um ano antes (28,5), o maior aumento na União Europeia.
Em termos gerais, o desemprego continua a sua trajetória ascendente em Portugal (era de 13,6 por cento em outubro de 2011, 14,1 em novembro, 14,6 em dezembro, 14,7 em janeiro deste ano, 14,8 em fevereiro e 15,1 em março) e a taxa é atualmente apenas inferior às de Espanha (24,3 por cento) e Grécia (21,7 em fevereiro), estando a par da Letónia (dados do primeiro trimestre de 2012).(ler Mais)
Hoje-Diário Digital/Lusa

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Função pública: Frente Comum diz que podem ser dispensados mais de 140 mil

A Frente Comum de sindicatos da Administração Pública afirmou hoje que é impossível chegar a acordo com o Governo terça-feira porque a proposta do Executivo tem consequências muito graves, nomeadamente a dispensa de mais de 140 mil trabalhadores.
«Isto não é negociação e para nós é impensável qualquer acordo porque não temos condições para assumir um compromisso com o Governo com base em qualquer documento que venha a ser aprovado amanhã [terça-feira]», disse a coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, em conferência de imprensa.
A sindicalista considerou que o último documento que o Governo enviou aos sindicatos com as propostas de alteração à legislação laboral da função pública tem consequências «muito graves para os trabalhadores».
Diário Digital / Lusa-hoje

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Desemprego em Portugal com novo recorde de 13,6%

31.01.2012 -Por:Público/Paulo Miguel Madeira
Portugal chegou ao fim do ano passado com uma taxa de desemprego oficial de 13,6 por cento, o que é um novo recorde desde que há registos e a quarta maior da zona euro, segundo dados divulgados hoje pelo Eurostat. (ler mais)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Governo vai lançar programa de 100 milhões para empregos

por:DN/Lusa-Hoje


Para desempregados há mais de seis meses


O ministro da Economia e Emprego anunciou hoje que o Governo vai lançar em breve um programa no valor de cerca de 100 milhões de euros com vista a dar trabalho a desempregados há mais de seis meses.

Álvaro Santos Pereira, que falava no programa Prós e Contras, na RTP1, disse que o programa visa pedir às empresas que empreguem trabalhadores desempregados há mais de seis meses.

Estes trabalhadores irão receber formação e deverão receber cerca de 420 euros.

Segundo o ministro, este programa irá abranger cerca de 35 mil pessoas que estão no desemprego.

Álvaro Santos Pereira adiantou que a nível dos centros de emprego, o Governo irá também anunciar dezenas de medidas para reformular estes centros.