
A ocupação policial nas favelas da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, foi realizada com êxito nas primeiras horas do dia de hoje sem a ocorrência de um único disparo.
A operação iniciou-se cerca das 04:09 locais (06:09 de Lisboa) com a entrada de mais de uma dezena de veículos blindados das Forças Armadas e de 40 homens do Batalhão de Operações Especiais (BOPE).
Às 6:20h locais (8:20h em Lisboa), o comandante-chefe do Bope, tenente-coronel René Alonso, anunciou que o território estava controlado pelas forças do Estado.
Os 18 blindados da Marinha que fizeram parte da operação começam a ser retirados neste momento e os helicópteros já deixaram de sobrevoar o local.
O trânsito, que havia sido interrompido desde o início da madrugada, foi reaberto por volta das 07:40 do horário local.
Os moradores, que foram aconselhados a ficar nas suas casas durante a chegada dos agentes, já começam a circular pelas vias da maior favela da América Latina.
Durante a operação, alguns veículos da polícia chegaram a encontrar dificuldades para subir devido aos entulhos e óleo colocados em algumas das vias para dificultar sua chegada.
Uma retroescavadeira da Prefeitura foi levada até o local para liberar a passagem.
Segundo informações da Central de Operações da Polícia, cerca de três mil homens participam da operação, entre eles mil agentes da Polícia Militar, 194 fuzileiros navais e 200 homens da Polícia Federal.
A ação também contou com o apoio de soldados especializados em florestas, que ocuparam o entorno do morro 36 horas antes da chegada policial, para evitar a fuga de bandidos para dentro da mata que cerca a comunidade.
Neste momento, os polícias federais permanecem na favela com a expectativa de cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão, segundo informações do chefe da corporação, em conferência de imprensa transmitida pela televisão local.
O próximo passo será a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), com o objetivo de levar segurança a uma população estimada - incluindo as favelas e arredores - em 200 mil pessoas.
FYRO/Lusa
A operação iniciou-se cerca das 04:09 locais (06:09 de Lisboa) com a entrada de mais de uma dezena de veículos blindados das Forças Armadas e de 40 homens do Batalhão de Operações Especiais (BOPE).
Às 6:20h locais (8:20h em Lisboa), o comandante-chefe do Bope, tenente-coronel René Alonso, anunciou que o território estava controlado pelas forças do Estado.
Os 18 blindados da Marinha que fizeram parte da operação começam a ser retirados neste momento e os helicópteros já deixaram de sobrevoar o local.
O trânsito, que havia sido interrompido desde o início da madrugada, foi reaberto por volta das 07:40 do horário local.
Os moradores, que foram aconselhados a ficar nas suas casas durante a chegada dos agentes, já começam a circular pelas vias da maior favela da América Latina.
Durante a operação, alguns veículos da polícia chegaram a encontrar dificuldades para subir devido aos entulhos e óleo colocados em algumas das vias para dificultar sua chegada.
Uma retroescavadeira da Prefeitura foi levada até o local para liberar a passagem.
Segundo informações da Central de Operações da Polícia, cerca de três mil homens participam da operação, entre eles mil agentes da Polícia Militar, 194 fuzileiros navais e 200 homens da Polícia Federal.
A ação também contou com o apoio de soldados especializados em florestas, que ocuparam o entorno do morro 36 horas antes da chegada policial, para evitar a fuga de bandidos para dentro da mata que cerca a comunidade.
Neste momento, os polícias federais permanecem na favela com a expectativa de cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão, segundo informações do chefe da corporação, em conferência de imprensa transmitida pela televisão local.
O próximo passo será a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), com o objetivo de levar segurança a uma população estimada - incluindo as favelas e arredores - em 200 mil pessoas.
FYRO/Lusa
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