
O PS desafiou hoje o primeiro-ministro a clarificar se é ou não favorável ao corte de salários no setor privado, considerando que Passos Coelho se contradisse ao afirmar que esta ideia não foi expressa na quarta-feira pela ‘troika’.
Em entrevista hoje à RTP, no final de uma visita oficial a Angola, Passos Coelho foi questionado sobre a recomendação deixada na quarta-feira por elementos da ‘troika’ internacional de que o ajustamento salarial no setor público deveria estender-se ao privado.
O primeiro-ministro referiu que a ideia não está vincada no comunicado final da ‘troika’, tratando-se, no seu entender, apenas de “opiniões expressas por elementos da ‘troika’”, que aconselham esse ajustamento.
O comunicado, divulgado pela missão conjunta da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional, assinala que, “a fim de melhorar a competitividade dos custos da mão-de-obra, os salários do setor privado deverão seguir o exemplo do setor público e aplicar reduções sustentadas”.
Reagindo às declarações do chefe do Governo à RTP, Miguel Laranjeiro, membro do Secretariado Nacional do PS, realçou à Agência Lusa a “contradição”, ou “lapso”, de Passos Coelho, desafiando este a clarificar se “é ou não favorável” às reduções dos salários dos trabalhadores do setor privado, que, acrescentou, sem apontar alternativas, os socialistas contestam por considerarem que “não é a melhor forma de resolver” a crise no País.
ER (SMA)/Lusa
Em entrevista hoje à RTP, no final de uma visita oficial a Angola, Passos Coelho foi questionado sobre a recomendação deixada na quarta-feira por elementos da ‘troika’ internacional de que o ajustamento salarial no setor público deveria estender-se ao privado.
O primeiro-ministro referiu que a ideia não está vincada no comunicado final da ‘troika’, tratando-se, no seu entender, apenas de “opiniões expressas por elementos da ‘troika’”, que aconselham esse ajustamento.
O comunicado, divulgado pela missão conjunta da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional, assinala que, “a fim de melhorar a competitividade dos custos da mão-de-obra, os salários do setor privado deverão seguir o exemplo do setor público e aplicar reduções sustentadas”.
Reagindo às declarações do chefe do Governo à RTP, Miguel Laranjeiro, membro do Secretariado Nacional do PS, realçou à Agência Lusa a “contradição”, ou “lapso”, de Passos Coelho, desafiando este a clarificar se “é ou não favorável” às reduções dos salários dos trabalhadores do setor privado, que, acrescentou, sem apontar alternativas, os socialistas contestam por considerarem que “não é a melhor forma de resolver” a crise no País.
ER (SMA)/Lusa
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