De facto,na última das crónicas que veio a fazer cessar a colaboração do referido jornalista, Crespo,de forma e no estilo auto-suficiente de que abundantemente abusa, também na SICNot,em linguagem recorrentemente provocatória usou expressões absurdamente grosseiras referindo-se ao jornal Expresso,onde publicava a citada crónica, apodando-o como um jornal que se "transformou num blogue de maledicência e arruaça", entre outras de idêntico teor...
Obviamente o Expresso em nota publicada no mesmo jornal expôs a sua posição e decidiu pela cessação da colaboração do espaventoso Mário Crespo.
Refira-se que a questão que subjaz à crónica do jornalista Crespo tem a ver com um contencioso jornalístico entre Miguel Sousa Tavares e Luís Marinho da RTP, como se pode ler aqui.
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